Governo Federal atrasa as 500 mil doses da vacina que chegariam hoje a Bahia e plano de imunização fica prejudicado

Uma notícia está sendo destaque nesta quinta-feira (15). As 500 mil doses de vacinas da CoronaVac, que foram anunciadas pelo secretário de saúde Fabio Vilas Boas para chegar hoje ao estado, não desembarcaram aqui na Bahia.

O portal Metro1 entrou em contato com Sesab para saber o motivo do atraso e foi informado que o Ministério da Saúde, que organiza a distribuição entre os estados, não explicou as razões do atraso e nem deu a previsão de uma nova data. Com isso, o plano de imunização do estado e seus respectivos municípios ficam atrasado e prejudicado. Diversas cidades estão sem estoques de primeira dose, contando apenas as reservas destinadas a segunda dose, chamada de dose de reforço.

Na capital baiana, Salvador, o cronograma terá de ser alterado, haja vista o plano de imunização previsto pelo prefeito Bruno Reis (DEM), que contava com a chegada das doses. O plano prosseguiria com a conclusão dos idosos com 60 anos ou mais e o início da aplicação em pessoas com comorbidades.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

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Ministro Marcelo Queiroga revela que 1,5 milhões de brasileiros estão com a segunda dose da vacina atrasada

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (14). Em um café da manhã que aconteceu ontem com jornalistas, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que 1,5 milhões de brasileiros atrasaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Com isso, o ministério deverá emitir uma lista para cada estado afim de nomear as pessoas que estão com a dosagem atrasada, e contará com a parceria do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para realizar essa lista.

Por enquanto, são aplicadas duas vacinas no Brasil: a da farmacêutica AstraZeneca (em parceria com a Universidade de Oxford), em que o intervalo ideal é de três meses de diferença entre as doses, e a CoronaVac, do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, na qual a melhor efetividade se dá com um intervalo de 21 a 28 dias.

Marcelo Queiroga ainda afirmou que o governo avalia a publicação de um protocolo com orientações para uso de transporte público no país, objetivando evitar aglomerações dentro dos veículos e reduzir os contágios.

 

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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