Suzane, Anna Jatobá e Elize Matsunaga deixam presídio em saidinha temporária e devem retornar na próxima segunda-feira (20)

Uma notícia tem gerado muitos debates nas redes sociais nesta terça-feira (14). O Poder Judiciário autorizou Suzane Von Richthofen, Anna Carolina Jatobá e Elize Matsunaga a deixarem a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, SP, em razão do benefício da ‘saidinha temporária’. As mulheres deixaram o presídio quase que ao mesmo tempo nesta terça-feira, e devem retornar à unidade prisional na próxima segunda-feira (20).

Suzane cumpre pena por tirar a vida dos pais em 2002. Já Anna Carolina pela morte da enteada Isabella Nardoni em 2008. Elize Matsunaga está presa por matar e esquartejar o marido Marcos Matsunaga em 2012.Elize exibiu um cartaz com uma mensagem para a filha antes de deixar o presídio e entrar em um táxi: ‘Te amarei além da vida’. A menina vive sob a tutela dos avós paternos e não tem contato com a mãe. As detentas deixaram o presídio usando máscaras de proteção contra o coronavírus.

O benefício da ‘saidinha temporária’ é dado a presos que tenham bom comportamento e que já cumpriram uma parte da pena e fazem parte do regime semiaberto. As detentas ainda deverão se beneficiar com uma saidinha temporária que acontecerá entre o natal e ano novo, conforme calendário estabelecido pela justiça.

Da redação do Acontece na Bahia

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Susane Von Richthofen e mais duas detentas, foram beneficiadas com uma “saidinha ” temporária, até o dia 24 de maio

Uma notícia está sendo destaque nesta semana. Pois Suzane Von Richthofen, que foi condenada por matar os pais em 2002, saiu da prisão nesta terça-feira (18). Ela foi beneficiada por uma “saidinha” temporária. E deve ficar em liberdade até o dia 24 de maio, retornando para a Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier em Tremembé (SP).

Segundo o portal Metrópoles, Suzane deixou a penitenciária feminina por volta das 8h25 da manhã, assim como outras presas. Richthofen estava usando máscara para se proteger da Covid-19, e se encontrou com uma mulher assim que deixou a unidade.

Em 2015, Suzane conseguiu progressão do regime fechado para o semiaberto. Em março de 2016 ela foi beneficiada com  a saída temporária de Páscoa.

De acordo com o portal, Além de Suzane, outras detentas também tiveram o direito à saída temporária, são elas, a Anna Carolina Jatobá, que foi condenada pela morte da enteada Isabela Nardoni, e Elize Matsunaga, que foi condenada por matar e esquartejar o marido Marcos Matsunaga, todas deixaram o presídio temporariamente, nesta terça-feira (18).

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Da Redação do Acontece na Bahia.

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Mãe de Isabella Nardoni se solidariza com pai de Henry Borel e envia mensagens de apoio

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (14). A administradora de empresas Ana Carolina Oliveira, 37 anos, viu certa semelhança entre o assassinato de Isabella Nardoni, sua filha, morta em março de 2008, e o assassinato recente do menino Henry Borel, 4 anos, morto em 8 de março de 2021. “A morte brutal, os desdobramentos das investigações e a comoção causada na população são muito parecidos e doloridos”, disse.

No caso de Isabella Nardoni, o pai Alexandre Nardoni e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, foram condenados pela justiça pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e fraude processual em 27 de março de 2010. Alexandre Nardoni foi condenado pela justiça a 31 anos e um mês de reclusão e 24 dias-multa, e Anna Carolina Jatobá, a 26 anos e oito meses de reclusão e 24 dias-multa. O casal nega o crime.

O crime envolvendo o menino Henry Borel é investigado pela Polícia Civil que trabalha com a hipótese de Henry ter sofrido agressões pelo padrasto, o parlamentar Dr. Jairinho (sem partido) com o consentimento da mãe do menino, Monique Medeiros. O casal está preso e nega o crime.

Laudo emitido pelo IML (Instituto Médico Legal),revela 23 lesões graves incompatíveis com queda de cama( hipótese levantada pelo casal como causa da morte de Henry). Sensibilizada com a semelhança dos casos, Ana Carolina Oliveira enviou mensagens de apoio ao pai de Henry Borel.

Ana Carolina Oliveira disse que viu uma entrevista da mãe e do padrasto do menino Henry para Roberto Cabrini, na Record, e transmitida em 21 de março e afirmou sentir algo muito ruim, frieza, emoção falsa e fala combinada para os fatos. Naquele momento, pensei o pior mesmo e vi semelhanças com o ocorrido com a minha filha, Isabella. Por mais que as pessoas ensaiem, criando uma versão falsa para o crime, a verdade não consegue ser escondida nem por elas mesmas. Comentou.

‘’Eu estou muito tocada pela brutalidade e pelas coincidências com o que vivi. Esse tipo de crime você jamais imagina que vai acontecer em sua família. Eu mandei na sexta-feira (9/04), uma mensagem por WhatsApp ao Leniel Borel, pai do Henry. Meu coração estava pedindo para fazer isso. Eu me coloquei no lugar dele. Escrevi que muitas pessoas estão neste momento mandando mensagens, assim como aconteceu comigo com a morte da minha filha. Recebi mensagens de pessoas que tinham passado por situações difíceis, das mais variadas formas, todas prestando solidariedade. Toda manifestação de solidariedade é bem-vinda, evidentemente, mas tem diferença quando compartilhamos uma história muito parecida. Expliquei para ele que essa comoção enorme que tem causado na vida das pessoas deve ter um propósito, seja para pressionar as autoridades por busca de Justiça e por alguma mensagem que o Henry quer passar. Todo esse caso tem me deixado bastante comovida’’. Desabafou.

‘’Sabe o que é mais dolorido? Eu e Leniel entregamos os nossos filhos para quem deveria cuidar e zelar. Entregar um filho para nunca mais voltar é o que mais machuca, revolta. Não consigo explicar o tamanho dessa dor. No caso da Isabella o pai foi o culpado. No do Henry, a mãe está presa como suspeita de participar da morte do próprio filho. Justo a mãe, que deu vida à criança. Eu sou da seguinte opinião: as dores não são comparáveis. Mas elas são enormes, imensuráveis’’. Disse Ana.

Leniel Borel em resposta a mensagem disse: “Você não sabe como suas palavras são importantes neste momento. Está sendo muito difícil. Não paro de pensar no meu filho. Além do meu filho, eles levaram a minha paz.”

Ana Carolina Oliveira lembrou que Isabella completaria 19 anos no dia 18 de abril. Disse que o coração fica apertado em lembrar da data.

Da redação do Acontece na Bahia

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