Modelo perde a vida após trágico acidente de carro na BR-153 em Anápolis

Uma notícia tem sido destaque nos principais meios de comunicação nesta segunda-feira (27). Um grave acidente de carro na BR-153, em Anápolis, 55 km de Goiânia, resultou na morte da modelo paulista Amanda Pedrassa de Souza, de 35 anos. O boletim de ocorrência aponta que a modelo estava sem o cinto de segurança no banco traseiro de um veículo que capotou na madrugada desse sábado (25).

Amanda foi a única vítima fatal e viajava com um casal de tios que se feriram levemente. De acordo com a polícia, a modelo chegou a ser socorrida e encaminhada para um hospital, mas não resistiu. A polícia ainda informou que o veículo trafegava na rodovia sentido Goiânia – Anápolis, quando o condutor perdeu o controle da direção após passar por um “espelho d’água” e capotou.

O corpo da modelo foi levado ao  Instituto Médico Legal (IML) da cidade e liberado para a família no início dessa tarde de domingo (26). Amanda era modelo comercial e estava em Goiás a passeio em companhia de parentes. Familiares e amigos usaram as redes sociais para lamentar a morte precoce de Amanda. “Nossa estou sem acreditar. Que Deus conforte o coração da família. Meus sentimentos”, comentou uma seguidora.

“Eu não sei o que dizer. O coração está partido, Amanda. Que Deus te receba e conforte a sua família. Você fará muita falta nos nossos domingos em São Paulo”, disse uma amiga.

Da redação do Acontece na Bahia

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Mulher é presa sob suspeita de matar e atear fogo no filho recém-nascido em Anápolis

Uma noticia chocante tem causado revolta entre os internautas nesta quinta-feira (13). Isso, porque uma jovem foi presa sob suspeita de atear fogo e matar o próprio filho recém-nascido.

O caso aconteceu em Anápolis, cidade localizada a 55 Km de Goiânia, onde uma mulher de 24 anos foi presa suspeita de atear fogo no filho recém-nascido. Em depoimento, a mulher afirmou que cometeu o crime porque estava com vergonha de ter a gravidez descoberta. Ao delegado do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), Wllisses Valentim, ela contou que ninguém podia saber da gestação.

“Segundo ela, a mãe é muito doente e até morreria se soubesse, ela estava com muita vergonha de ter sido descoberta, não queria o bebê e queria se desfazer dele”, diz o delegado.

A mulher revelou, durante o interrogatório, que o pai dela mora no exterior e que sua mãe vive acamada. Por isso, não receberia bem a notícia da gestação. A delegacia ainda não confirmou as informações fornecidas pela suspeita e não sabe quais os problemas de saúde que a avó do bebê supostamente possui.

O crime foi descoberto na última quarta-feira (12), após um pedestre ver um cachorro arrastando um corpo carbonizado por uma rua no Bairro Cerejeiras. Câmeras de segurança flagraram o momento em que a mulher desce do carro com o filho em uma caixa de papelão e entra no lote baldio. Em seguida, ela pega um galão com álcool para atear fogo ao corpo do neném.

Já o namorado da mulher afirmou, em depoimento, que ao saber da gravidez, eles decidiram realizar um aborto e que ela mentiu que havia dado certo. Wllisses afirmou que ele também será investigado para confirmar se tem envolvimento no crime.

O delegado completa que a jovem diz ter escondido a gestação com cintas para pressionar a barriga e chorou durante o interrogatório, mas estava convicta em sua decisão em não ter o filho. “Ela estava muito certa do que queria”, assegura o delegado.

Trecho do interrogatório da mulher revelado pelo delegado ao G1 indica que a o bebê, que teria nascido há cerca de uma semana, poderia estar vivo antes da mãe atear fogo. “Segundo ela, ele estava com corpo quente quando o colocou na caixa de papelão”, explica Wllisses.

A comprovação só poderá ser feita após o laudo cadavérico feito pelo Instituto Médico Legal (IML), que deve ficar pronto em até 15 dias.

De acordo com a Polícia Civil, a localização da mãe foi feita de forma rápida, entre outros fatores, porque o menino ainda estava com a pulseira usada em hospitais para identificar crianças. A mulher permanece presa no GIH e foi autuada pelo crime de ocultação de cadáver.

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Da redação do Acontece na Bahia

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Bebê de seis meses é atendida em UPA com mais de trinta lesões pelo corpo e médica aciona a PM

Uma notícia tem circulado pelas redes sociais nesta quarta-feira (12). Na noite dessa segunda-feira (10), por volta de 22h30, uma médica acionou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar após fazer o atendimento de uma bebê de seis meses que tinha pelo menos 30 lesões pelo corpo. O caso aconteceu em Anápolis que fica 55 km distante de Goiânia.

De acordo com informações, o pai da bebê foi encaminhado à delegacia e contou a polícia que não sabia o motivo pelo qual a bebê apresentava os hematomas e foi liberado na sequência. A bebê está internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em hospital de Goiânia e seu estado de saúde é considerado grave. Mas não é só isso…

A criança deu entrada inicialmente em Unidade de Pronto Atendimento Pediátrico em Anápolis e a mãe da bebê disse aos policiais e ao Conselho Tutelar que o pai da criança a segurava no colo quando percebeu que ela precisava de atendimento por não estar bem.

A mãe disse que o bebê estava ‘molinho’ no colo do pai e acionou o Corpo de Bombeiros, que levou a criança ao hospital. A mãe foi junto acompanhando”, contou Miqueias Duarte, do Conselho Tutelar.

A médica responsável pelo atendimento da bebê, acionou as autoridades públicas por desconfiar que a criança sofria maus-tratos. De acordo com as informações, a bebê foi transferida para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), e segundo a TV Anhanguera, ela está em estado grave respirando com a ajuda de aparelhos.

Segundo o Conselho Tutelar não tem reclamações anteriores referentes a maus-tratos por parte dos pais da bebê, porém é esperado um posicionamento da polícia para uma possível relação dos hematomas com maus-tratos.

Da redação do Acontece na Bahia

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Sem saber, mulher faz procedimento estético com falso médico e acaba internada em UTI devido às complicações da cirurgia

Uma notícia revoltante chamou a atenção dos internautas nesta manhã de sábado (1). Após fazer um procedimento estético para aumentar o bumbum em uma clínica clandestina, uma mulher de 46 anos acabou internada na unidade de terapia intensiva (UTI) da cidade de Anápolis (GO), a cerca de 56 km de Goiânia.

De acordo com a Polícia Civil, quem realizou o procedimento foi um biomédico, que se apresentava como médico, e uma estudante de medicina.

Nesse contexto, a mulher está em estado grave no Hospital Municipal de Anápolis (Huana) desde o dia 31 de março. No entanto, o estado de saúde da mulher é estável e ela não corre risco de vida.

A mulher, identificada como Ronilza Johnson, mora na Inglaterra e veio visitar o pai, na cidade de Anápolis. Assim, a mulher decidiu realizar o procedimento estético em sua estadia no Brasil. A filha de Ronilza afirma que sua mãe está com uma infecção séria e precisa de aparelhos para conseguir respirar.

“Ela está em cuidado intensivo e não está comendo. A infecção piorou. Ela não consegue respirar apropriadamente e o oxigênio está baixo”, afirmou a filha.

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