Homem tira a vida de amante durante a relação, mas terceira pessoa impede que ele fuja

Um caso chocou a população nesta quarta-feira (24). Isso porque um homem teria atacado e tirado a vida de outra pessoa durante uma relação íntima.

Um homem de 41 anos acabou preso após ser acusado de tirar a vida de um suposto amante. Ele teria se aproveitado do momento íntimo em que estavam tendo para atacar o então companheiro. De acordo com o portal Diário de Cuiabá, uma testemunha estava na mesma casa do casal pois os três estavam bebendo num bar e depois se dirigiram até a residência.

Então, segundo essa testemunha, os dois foram até o quarto para se relacionar enquanto ele saiu de perto e foi fumar. Depois disso, a testemunha ouviu um barulho estranho e foi até o quarto para verificar o que aconteceu. Chegando lá, o homem foi flagrado com uma faca na mão bem ao lado da cama. Mas não termina aí.

Depois de entender o que estava acontecendo, ele impediu que o suspeito fugisse do local e esperou a chegada das autoridades. Até o momento, a vítima foi identificada apenas como “Parazinho”, de 52 anos,. Além disso, o assassino seria o passivo do relacionamento e estaria vestindo apenas roupas íntimas femininas quando acabou preso pela polícia. O episódio ocorreu durante a madrugada, na cidade de Canabrava do Norte, que fica no estado do Mato Grosso.

Da Redação do Acontece na Bahia.

 

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Supremo Tribunal bate o martelo: Amante não tem mais o direito de dividir a herança com a viúva

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal continua repercutindo nesta quarta-feira (16). O que acontece se uma viúva e uma amante disputam a herança de um companheiro na Justiça? Pois é justamente sobre isso que essa resolução se trata.

Em muitas famílias, uma situação delicada causa empasses judiciais: a disputa por heranças entre a viúva e a amante. Contudo, agora isso não será mais um grande problema. Isso porque a Suprema Corte decidiu que o Brasil não reconhece duas uniões estáveis ao mesmo tempo.

“A preexistência de casamento ou de união estável de um dos conviventes, ressalvada a exceção do artigo 1723, §1º do Código Civil, impede o reconhecimento de novo vínculo referente ao mesmo período, inclusive para fins previdenciários, em virtude da consagração do dever de fidelidade e da monogamia pelo ordenamento jurídico-constitucional brasileiro.”

O debate foi acirrado e a decisão foi finalmente firmada por 6 votos a 5. Sendo assim, o Brasil é considerado um país monogâmico perante os olhos da lei, pelo menos quando o assunto é a divisão de bens de uma pessoa falecida. Em um caso recente, a própria viúva admitiu a divisão, gerando grande repercussão Leia Mais.

Da Redação do Acontece na Bahia.

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