Dois dos três suspeitos de envolvimento na morte da jovem Amanda Albach foram soltos, segundo a polícia

Neste final de semana foram liberados, por decisão judicial, dois dos suspeitos no envolvimento na morte de Amanda Albach. De acordo com a Polícia Civil, não ficou comprovado envolvimento deles no crime. Além disso, o suspeito de atirar na jovem vai concluir inquérito em até 30 dias.

Amanda estava desaparecida desde o dia 15 de novembro e foi encontrada enterrada na última sexta-feira (03) numa praia em Laguna, sul catarinense. Ela tinha uma filha de dois anos.

Os dois que foram soltos,  um homem e uma mulher, eram amigos da vítima. O outro investigado segue preso. Segundo o delegado responsável, “estão sendo analisadas para comparar com versões apresentadas”. Os três suspeitos foram presos na última quinta (2) em Canoas, no Rio Grande do Sul.

Antes de ser morta, Amanda foi obrigada a mandar um áudio para família. Nele, ela dizia: “Oi, eu estou indo embora. Consegui o Uber hoje só para eu ir embora. Já estou indo, de madrugada eu chego”. Depois da mensagem, ela também foi obrigada a cavar a própria cova.

De acordo com a Polícia Civil, um dos suspeitos presos afirmou que a jovem foi morta com dois disparos no dia 15 de novembro.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

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Casal e terceira pessoa acusadas na morte de Amanda eram amigos dela: “Uma delas tinha amizade de longa data”

Antes de desaparecer, ela ainda teria deixado um recado com a família, porém, não imaginava que os “amigos” fariam isso. Uma dessas amigas teria uma amizade de longa data com a moça.

Amanda havia sido vista pela última vez numa balada conhecida na Praia de Jurerê, em Florianópolis, no dia 15 de novembro.  Então, ela só foi encontrada novamente na última sexta-feira, vários dias depois de sumir, já sem vida. No dia de seu desaparecimento, mesma data em que perdeu a vida, Amanda Albach estava na companhia de dois amigos. Daiane seria uma amiga de longa data de Amanda e Douglas, o companheiro de Daiane, também acabou se aproximando.  Mas afinal, o que aconteceu?

De acordo com informações preliminares, Douglas, Daiane e uma terceira pessoa são os principais acusados na morte de Amanda. Além de perder a vida, a moça ainda teria sido obrigada a cavar a própria cova na praia. Segundo o depoimento de um dos presos, ela teria carregado uma pá até a praia e recebeu ordens para cavar. Quando terminou de cavar, ela teria sido atingida pelos disparos e já caiu dentro do buraco. Até o momento, versões divergem sobre quantos dos três “amigos” estavam presentes no momento em que ela foi morta. Além disso, um áudio enviado por Amanda para família também chamou a atenção.

No registro, a moça aparece falando numa situação de muito vento, como quem está na praia. Para as autoridades, esse áudio pode ter sido enviado pouco antes dela perder a vida. Na ocasião, Amanda disse: “Oi! Eu to indo embora, eu consegui carro hoje só para ir embora. De madrugada eu chego.” Confira:

Os três acusados seguem presos temporariamente, mas há uma grande chance da prisão ser convertida para preventiva.

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Moça obrigada a cavar a própria cova na praia é velada diante de forte comoção

Está acontecendo na manhã deste domingo (5), o velório da jovem Amanda Albach, de 21 anos. A cerimônia é realizada no Cemitério Municipal de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.

Segundo os advogados da família, o sepultamento deve acontecer no final da manhã deste domingo. O advogado Michael Pinheiro confirmou que o corpo da promotora de vendas, Amanda Albach, foi liberado nesse sábado (4), pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Santa Catarina, após um familiar realizar o reconhecimento da vítima.

O corpo da jovem foi encontrado na tarde dessa sexta-feira (3), enterrado na praia Irapirubá Norte, em Laguna (SC), após registro de desaparecimento que havia sido feito desde o dia 15 de novembro. O local onde o corpo de Amanda estava enterrado foi localizado após a prisão de três suspeitos, dois homens e uma mulher. O trio foi preso em Canoas (RS), na quinta-feira (2). A polícia informou que a mulher presa era amiga da vítima.

A polícia investigava o desaparecimento de Amanda desde o dia 19 de novembro. A jovem havia feito sua última publicação nas redes sociais no dia 13 do mesmo mês, que foi uma foto na Praia do Canto, em Imbituba, no Sul catarinense.

No depoimento das últimas pessoas que estiveram com Amanda, a polícia verificou “incongruência em falas”, o que despertou a suspeita de envolvimento do trio.

Um dos suspeitos confirmou a polícia que Amanda cavou a própria cova e, em seguida, disparou duas vezes contra a vítima. A jovem teria sido morta no dia 15 de novembro, após mandar um áudio para a família avisando que retornaria ao Paraná no dia 16, por meio de um transporte por aplicativo.

“A motivação vai ser apurada com todo o contexto, mas, preliminarmente, um dos investigados se sentiu incomodado porque Amanda teria contado sobre o envolvimento dele com tráfico de drogas e tirado uma foto da arma dele. Não gostou da situação e optou por tirar a vida dela”, explicou o delegado. O envolvimento dos outros dois presos ainda precisa ser divulgado pelas autoridades.

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Corpo de jovem que desapareceu em SC é velado em fazenda do Rio Grande

Está acontecendo na manhã deste domingo (5), o velório da jovem Amanda Albach, de 21 anos. A cerimônia é realizada no Cemitério Municipal de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba.

Segundo os advogados da família, o sepultamento deve acontecer no final da manhã deste domingo.

O advogado Michael Pinheiro confirmou que o corpo da promotora de vendas, Amanda Albach, foi liberado nesse sábado (4), pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Santa Catarina, após um familiar realizar o reconhecimento da vítima.

O corpo da jovem foi encontrado na tarde dessa sexta-feira (3), enterrado na praia Irapirubá Norte, em Laguna (SC), após registro de desaparecimento que havia sido feito desde o dia 15 de novembro. O local onde o corpo de Amanda estava enterrado foi localizado após a prisão de três suspeitos, dois homens e uma mulher. O trio foi preso em Canoas (RS), na quinta-feira (2). A polícia informou que a mulher presa era amiga da vítima.

A polícia investigava o desaparecimento de Amanda desde o dia 19 de novembro. A jovem havia feito sua última publicação nas redes sociais no dia 13 do mesmo mês, que foi uma foto na Praia do Canto, em Imbituba, no Sul catarinense.

No depoimento das últimas pessoas que estiveram com Amanda, a polícia verificou “incongruência em falas”, o que despertou a suspeita de envolvimento do trio.

Um dos suspeitos confirmou a polícia que Amanda cavou a própria cova e, em seguida, disparou duas vezes contra a vítima. A jovem teria sido morta no dia 15 de novembro, após mandar um áudio para a família avisando que retornaria ao Paraná no dia 16, por meio de um transporte por aplicativo.

“A motivação vai ser apurada com todo o contexto, mas, preliminarmente, um dos investigados se sentiu incomodado porque Amanda teria contado sobre o envolvimento dele com tráfico de drogas e tirado uma foto da arma dele. Não gostou da situação e optou por tirar a vida dela”, explicou o delegado.

O envolvimento dos outros dois presos ainda precisa ser divulgado pelas autoridades.

Da redação do Acontece na Bahia

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