DJ Alok vende avião para pagar salários de funcionários, evitando a necessidade de demissões

Uma notícia está sendo destaque nesta quarta-feira (31). O Dj Alok decidiu por vender um avião para não precisar demitir nenhum funcionário durante a pandemia, na qual está há um ano sem fazer shows. Com o valor da aeronave, ele conseguirá pagar os custos mensais do time de funcionários, que conta com mais de 40 pessoas.

A informação foi dada do Dj para a Folha de São Paulo. Além disso, Alok destinou os lucros que ele obtem com o jogo Free Fire, no qual ele possui um personagem – que pode ser comprado pelos jogadores- para o Instituto Alok, no valor de R$27 milhões.

Ainda foi-se doado outros R$6 milhões para a ONG Fraternidade sem Fronteiras, que atua na África para combater a pobreza e a vulnerabilidade social no local. Em publicação no seu perfil no Instagram, Alok disse que chegou a questionar a existência de Deus por conta das dificuldades que algumas pessoas passam, mas a solidariedade o curou.

“Ao questionar a existência de Deus, encontrei respostas compreendendo que não foi Ele que abandonou quem precisa, mas nós mesmos. A partir do momento que vi a solidariedade como uma missão, me curei. Me curei de uma depressão que me perseguiu a vida inteira e quanto maior o sucesso, maior era um vazio que foi preenchido com a solidariedade”, escreveu Alok.

Da Redação do Acontece na Bahia

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Filha de Alok e Romana Novais recebe alta da UTI e passa natal com a família

Uma ótima notícia circulou nas redes nesta tarde de Natal. O DJ Alok e sua esposa Romana Novais finalmente tiveram sua filha recém-nascida de volta em casa.

A pequena Raika, que nasceu prematura devido às complicações da gravidez de sua mãe, a médica Romana Novais, de 28 anos, e finalmente recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva e pode passar a véspera de natal em casa com seus pais. A segunda gravidez de Romana foi de risco e gerou apreensão em toda a família.

“Raika já está em casa com o Ravi! Melhor presente de natal! Agora a família está reunida. Obrigado Deus!”, escreveu Alok em suas redes sociais.

Romana também comentou a sensação de ter seu bebê em casa após o susto do nascimento prematuro: “E esse presente de Natal??????  Raika chegou em casa para trazer alegria para esse Natal! E é com essa energia de fé esperança e renovação que eu e a minha família desejamos um feliz natal para todos vocês.”

Da redação Acontece na Bahia.

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Alok chora ao falar sobre parto prematuro da filha devido à Covid-19: “Achei que ela pudesse não ficar viva”

Em entrevista no programa da globo Fantástico nesse domingo (13), o DJ Alok e sua esposa Romana Novais comentaram sobre os momentos difíceis que viveram nos últimos dias.

Assim, o DJ não segurou a emoção ao relatar o drama que viveu após o nascimento da pequena Raika, sua segunda filha.

A filha de Alok com a médica Romana Novais nasceu no dia dois desse mês, em um nascimento prematuro devido às complicações da mãe que contraiu a Covid-19. O casal anunciou que estava infectado pelo vírus no inicio da mesma semana do nascimento de Raika.

“Nas primeiras 48 horas foram extremamente complicadas para mim. Eu só conseguia ficar rezando e pedindo a Deus para que tudo desse certo e que não seria justo… (pausa, choro)”, disse Alok, emocionado. “A Raika está sendo uma guerreira. Há 9 dias estamos distantes, porque eu testei negativo, mas a Romana ainda não”, completou.

Para romana, esposa de Alok, a parte mais difícil de toda essa situação é não poder segurar a filha por conta da doença. A criança encontra-se no hospital e os pais não podem entrar em contato com o bebê uma vez que há risco de contaminar a criança.

“Cheguei na clínica com Alok para ser avaliada e a gente fez um ultrassom mas de repente, em poucos minutos, quando eu estava me trocando pra fazer outro exame, e comecei a sangrar muito, muito, muito, muito e fiquei muito assustada. Eu sangrava sem parar, tinha sangue pela sala inteira. O Alok ficou muito nervoso”, Relatou Romana.

A moça relatou sobre o medo que ela sentiu nesse momento. Assim, os dois temeram que a criança pudesse não sobreviver.

“Eu só gritava: ‘eu preciso salvar a minha filha, eu estou com muita dor, está doendo demais’. Era uma dor que não dá pra descrever e… muito sangue, muito sangue. A gente seguiu direto pro hospital no carro, já estava imaginando que ela estava prestes a vir ou pior, né? Eu achei que ela pudesse não ficar viva”, completou.

Da redação Acontece na Bahia.

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