Tia adota 6 sobrinhos que estavam em abrigo, mesmo estando desempregada e com dificuldades financeiras

Uma notícia emocionante está sendo destaque neste domingo (16). Isso porque seis irmãos foram adotados pela tia, que mesmo sem condições de criá-los, os tiraram do abrigo depois de serem abandonados pela mãe.

Entenda: Os seis irmãos foram abandonados pela mãe, sem banho e sem comida, em casa. Assim, um abrigo os resgataram. Ao saber das condições que os sobrinhos se encontravam, a tia Claudineia Santos, de 34 anos, trouxe todos para a sua casa, na zona rural de Nova Venécia, no Espirito Santo. Mas não está sendo fácil. Claudineia está desempregada e só poderá devolver os sobrinhos aos pais quando os dois fizerem um tratamento contra as drogas.

Mas não é só isso, por estar desempregada, Claudinei dependia de “bicos” que fazia como faxineira. Mas esses tiveram que ser deixados de lado, pois precisava cuidar das crianças. Dessa forma, todo o sustento da casa é de responsabilidade de seu marido Gilson. Como o dinheiro é pouco, toda a família acaba dependendo do apoio de vizinhos que fazem doações como roupa.

Ao saber dessa história, muitas pessoas se dispuseram a ajudar. O site “Razões para acreditar” foi um deles e criaram uma vaquinha online para que a família consiga melhorar de vida. O link para as doações estão no perfil @razõesparaacreditar no Instagram.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

 

 

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Sete irmãos perdem os pais em grave acidente de carro e são adotados por casal com 5 filhos

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta quarta-feira (14). A história começa quando Pam Willis encontra a notícia no Facebook de 7 irmãos que precisavam de um lar para ficar depois que perderam os pais em grave acidente de carro. Os 7 irmãos de diferentes idades naquele momento residiam em lares temporários desde o grave acidente que vitimou à sua família.

Pam Willis sentiu algo diferente ao ver as crianças e desde então sabia que deveria ser mãe deles como desejou. Conseguiu marcar o marido Gary Willis,53 anos, para que também lesse a matéria. Os 5 filhos de Gary e Pam já eram adultos e independentes porém o casal nunca antes havia discutido uma possível adoção.

Eu pensei que Gary ia me achar maluca – nós estávamos planejando a nossa aposentadoria”, porém felizmente Gary teve o mesmo sentimento que ela. “Eu senti que Deus queria que fizéssemos isso”, comentou Pam. Naquela mesma noite entraram em contato com o número no noticiário e ouviram que os irmãos “já tinham recebido milhares de ligações”.

Para surpresa do casal, dois meses depois já estavam em processo de pareamento com  Adelino, de 15 anos, Ruby, de 13, Aleecia, de 9, Anthony, de 8, Aubriella, de 7, Leo, de 5, e Xander, de 4 anos, (e adotaram todos os irmãos para não separá-los).A nova mãe descobriu que durante o período de adoção, as crianças haviam experimentado muitas decepções e que os antigos pais eram viciados e algumas vezes as crianças precisaram dormir em abrigos para pessoas necessitadas.

Foi fácil me conectar com os pequenos, eles apenas desejavam a permanência, a constância”, contou Pam, lembrando que um dos filhos mais velhos foi dos mais difíceis. “Eu acho que eles não confiavam muito que aquilo era real, como se a gente fosse ir embora”, contou. “Eu acho que é difícil confiar quando tanto foi tirado da sua vida. Ruby não sabia ser uma criança, ela era uma figura materna para os irmãos desde muito cedo”.

Pam Willis comentou que os primeiros seis meses foram os mais difíceis principalmente com pesadelos na hora do sono. “Uma noite a minha filha de então 7 anos (Aleecia) entrou no meu quarto e eu a perguntei: ‘Teve um pesadelo’, e ela respondeu: ‘Não, eu só queria ter a certeza de que você ainda estava aqui”, lembrou Pam.

O casal agora completou a família com a adoção de Aleecia e os seis irmãos dela em uma cerimônia online com a participação dos 5 filhos biológicos de Pam e Gary, Matthew, de 32 anos, Andrew, de 30, Alexa, de 27, Sophia, de 23, e Sam, de 20.

Foi demais”, disse Pam. “Nós levamos uma TV super grande para o parque, para todos poderem assistir e torcer seguros da covid-19. Teve tanto amor”, comentou Pam Willis.

 

 

Da redação do Acontece na Bahia  

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Eunápolis: Bebê recém-nascido encontrado em saco de lixo é resgatado e internado

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta segunda-feira (22). Um bebê recém-nascido encontrado dentro de um saco de lixo na última sexta-feira (19), continua internado no hospital Regional de Eunápolis, 648 km distante de Salvador. O recém-nascido foi encontrado no bairro Alecrim II por três garis e havia nascido há cerca de duas horas do momento em que foi resgatado. 

O bebê apresentava sinais de hipotermia quando chegou ao hospital e precisou de cuidados. Durante avaliação feita pelo pediatra Alexandre Gonçalves, ficou decidido que haveria de ser ministrado antibióticos ao bebê em razão de risco iminente de infecção. O pediatra também foi o responsável pela coleta de exames do bebê. Alexandre disse que o recém-nascido está recebendo os cuidados necessários e apresenta quadro clínico estável. 

“É uma criança que vai ficar um tempo aqui com a gente, para pegar peso, aprender a sugar. Vamos fazer todos os exames necessários para que evolua bem, mas no momento está estável”, comentou o pediatra, que é plantonista do Hospital Regional. 

Casos de abandono como o que aconteceu em Eunápolis geralmente despertam comoção nas pessoas que procuram formas de ajudar com alimentos, roupas, medicamentos e até interessados em adoção. Segundo informações de um advogado ouvido pelo RADAR 64, um processo para adoção de uma criança não é tão simples quanto se imagina. 

“Há um cadastro, todo um trâmite, gente que fica até cinco anos esperando para conseguir adotar. É um longo processo que precisa ser respeitado até que o juiz da Vara da Infância e Juventude autorize a adoção”, afirmou. Existem alguns requisitos a serem cumpridos para que uma pessoa maior de idade possa dá entrada no processo de habilitação para adoção. 

Da redação do Acontece na Bahia  

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Em liminar, STF suspende a entrega de uma criança adotada há 6 anos para avó paterna biológica

Uma notícia está chamando a atenção do povo nesta segunda-feira (01). Isso porque em uma liminar feita pelo STF, a entrega de uma criança adotada, à avó biológica é suspensa, em Minas Gerais.

Tudo começou em 2014 quando a criança foi adotada por um casal. A advogada Larissa Jardim, mãe adotiva, em entrevista ao G1 contou que na época que estava tentando uma adoção, a criança estava em uma casa de acolhimento pois haviam varias denuncias contra a família biológica:

“Eram no sentido de negligência, maus tratos, mãe usava drogas ilícitas e álcool. A criança não era bem alimentada, condição precária de higiene. A mãe a expunha a homens aos quais ela se relacionava. Deixava a criança sozinha com eles. A avó chegou a dizer, na época, que era até melhor ela ser adotada porque não estava bem cuidada”. Além disso, o pai biológico foi condenado pelo homicídio do próprio pai, avô da criança.

Porém, a avó paterna sempre tentou a guarda da criança e, segundo ela, desde a adoção nunca mais encontrou a neta, que sempre via enquanto ela estava no acolhimento. Entre várias idas e vindas nas decisões judiciais sobre quem a criança ficaria, na semanada passada, a Justiça de Minas Gerais manteve o entendimento de que a criança fosse devolvida a família biológica. Agora, a decisão de devolver a menina a avó foi suspensa:

“Essa decisão suspende o retorno dela para família de origem até que seja julgado o mérito do recurso”, disse a coordenadora do GAABH, Vanici Veronesi.

Esse caso já causou grande comoção nacional. De uma lado está a família adotiva que já até conseguiu uma petição online , onde reuniu mais de 350 mil assinaturas para que a menina ficasse com eles. E do outro lado está a avó paterna que luta pela menina desde 2015 e que, segunda ela, enquanto a garota estava no acolhimento, nunca a deixou de visitar, mas que depois da adoção, nunca mais a viu. Em entrevista ao G1 a avó chegou a dizer:

“Essa adoção foi de um jeito estranho, nunca nem vi esse casal, nunca me deixaram ver a menina, perdi contato completamente. Desde o início eu procuro meus direitos para ter minha neta de volta”
“Todo mundo sabia que eu queria a menina, sou responsável. Justiça foi injusta. Ela é doida comigo, tenho certeza. Só quero minha neta”

O pai biológico da menina está em liberdade, e segundo a avó da garota, ele mora em outra casa e não teria como cuidar da criança, por isso passaria para ela a guarda sem problemas. Ainda segundo ela, a mãe biológica sumiu:

“Minha neta é meu coração. Quando era bem pequena ela ficava muito aqui em casa, dava banho nela, comidinha. Ela é tudo para mim”.

Os pais adotivos agora tentarão entregar o abaixo-assinado ao Conselho Nacional de Justiça.

Da Redação do Acontece na Bahia

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