Paulo Guedes admite volta do auxílio emergencial, porém, com menor número de beneficiários

Uma notícia gerou esperança em vários brasileiros e chamou a atenção nesta manhã de sexta-feira (5). O ministro da Economia, Paulo Guedes, se pronunciou na noite de quinta-feira (4) sobre a volta do auxílio Emergencial. O ministro cedeu informações após ser pressionado pelo novo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O senador defende a volta do benefício como uma das prioridades do governo.

Paulo Guedes comentou sobre um possível volta do auxílio, mas de forma mais focalizada. Ou seja, menos pessoas receberiam o benefício.

Em entrevista, o ministro afirmou: “O auxílio emergencial, se nós dispararmos as cláusulas necessárias, dentro de um ambiente fiscal robusto, mais focalizado, em vez de R$ 64 milhões pode ser a metade disso, porque a outra metade retorna para os programas sociais já existentes. Isso nós vamos nos entender rapidamente, porque a situação do Brasil exige essa rapidez”.

O auxílio socorreu milhares de famílias em um dos momentos mais críticos da pandemia. Assim, o benefício gerou renda à diversos brasileiros que perderam seus empregos ou foram afetados pelos lockdowns ocorridos nos meados no ano passado.

Entretanto, a ajuda oferecida pelo governo gerou um custo aos cofres públicos de aproximadamente R$ 300 bilhões. Assim, a maior crítica do governo federal ao programa, é o alto custo criado aos cofres do estado alegando não ter mais dinheiro para prosseguir com o auxílio.

Contudo, com a eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado, o ministro teve que ceder à pressão, uma vez que os dois lideres consideram a volta o benefício como uma prioridade do governo.

Da redação Acontece na Bahia

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