Modelo Eloisa Fontes que desfilou para marcas de grife vive em situações precárias em Alagoas

Uma notícia tem circulado na internet e gerado muitos comentários nesta sexta-feira (24). A modelo brasileira Eloisa Fontes, conhecida por desfilar na Europa em parceria com grifes famosas como Dolce & Gabbana, está vivendo em condições precárias no interior de Alagoas ao lado de sua família.

Eloisa foi localizada na favela do Cantagalo, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, em outubro de 2020, vagando pelas ruas e aparentando distúrbios mentais. Na época a jovem foi internada do Instituto Municipal Philippe Pinel, que é especializado em saúde mental.

A jovem que tem histórico de dependência química, foi transferida para Alagoas e ficou internada em uma clínica, antes de ser liberada para estar com a família.

Hoje é meu aniversário e completo 28 anos (nesta terça, 21/9). O que eu quero para minha vida é um futuro brilhante. Porque nasci de novo. E sinto que minha vida acabou de começar”, contou a modelo ao Extra, em sua primeira entrevista após a internação no Rio de Janeiro. “Modelar está nas minhas veias. Eu sou uma profissional”, disse a modelo que sonha em retomar sua carreira de modelo.

A modelo está em um momento difícil financeiramente ao lado da mãe, Luciene, morando em um sítio na cidade de Piranhas, em Alagoas. Acostumada a estampar as capas das edições europeias de revistas como “Elle”, “Grazia” e “Glamour”, e ganhar em euro, agora Eloisa enfrenta dificuldades para se manter.

Segundo informações, a renda da família é insuficiente para suprir os gastos básicos com alimentos e remédios. O irmão mais novo, Samoel Fontes, que mora próximo do sítio, é quem tem ajudado Eloisa e a mãe.“Estou desempregado há quatro anos e não tenho condições de dar mais assistência. Decidi abrir uma vaquinha para tentar comprar nem que seja um veículo qualquer e fazer esse trajeto que faço todo dia a pé, e juntar outro dinheiro para ajudar no sustento dela”, disse Samoel.

Eloisa contou que não consome drogas há quase um ano e falou sobre o tempo que ficou internada em Maceió.“Depois de sete meses conhecendo pessoas que perderam tudo na vida por causa das drogas, sei que vou viver em recuperação. Sei que não posso (se drogar) e sou dodói”, admite a modelo. “Estou me sentindo em paz. Na minha internação, aprendi a ter paciência e ser paciente. Sei que a oportunidade vai chegar”.

Da redação do Acontece na Bahia

 

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Categoria(s): Artistas, Destaque.

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