Madrasta, acusada de envenenar enteada que morreu, consolou a mãe e ainda a convidou para comer

Um caso que ocorreu no Rio de Janeiro segue repercutindo em todo Brasil. A madrasta, acusada de envenenar dois enteados, ainda chamou a mãe deles para comer na casa dela.

Depois da morte de Fernanda Cabral, que tinha 22 anos, a madrasta dela, Cíntia Mariano, foi às redes sociais pedir orações. Além disso, a madrasta ainda entrou em contato com Jane, mãe de Fernanda, e tentou consolá-la oferecendo companhia e comida. De acordo com o portal G1, Cíntia teria dito numa mensagem para a mãe de Fernanda: “Se quiser, pode vir pra cá, tá?”. A madrasta também ofereceu comida. Confira a conversa

Até então, Cíntia não levantava suspeitas. Contudo, 2 meses depois da morte de Fernanda, começaram a surgir suspeitas contra a madrasta no caso. Bruno Carvalho, que é irmão de Fernanda, começou a passar mal e ter os mesmos sintomas que a moça apresentou. O quadro se iniciou depois que ele almoçou na casa da madrasta e teria almoçado um “feijão amargo”. Então, o jovem foi hospitalizado rapidamente com suspeitas de envenenamento. Bruno passou por uma lavagem estomacal e foi submetido a exames de sangue. Os resultados apontaram que ele estava com altos níveis de chumbo em seu sangue. Ainda segundo o portal, num depoimento prestado ao delegado do caso, Bruno afirmou que o feijão era amargo e tinha “pedrinhas azuis”. Diante disso, a mãe Jane registrou queixa contra a madrasta Cíntia, que acabou presa preventivamente. De acordo com o portal, a mãe disse que Bruno começou a apresentar as mesmas sensações que a irmã teve antes de morrer. Jane afirmou o seguinte:

“Ele já veio de lá com uma ansiedade, bem preocupado e achando que tinha acontecido algo estranho porque quando reclamou do feijão amargo de pedrinhas azuis, ela arrancou o prato da mão dele, colocando mais feijão e entregando pra ele depois. Quando ele veio pra cá, veio perguntando como fazia pra vomitar. Mais ou menos uns 40 minutos depois, começou todo o desespero que foi o que a Fernanda sentiu. Na mesma hora eu imaginei que o gosto amargo desse feijão poderia ser o suposto veneno.”

A polícia enviou uma equipe até a casa da madrasta, que apreendeu o suposto feijão envenenado. Contudo, exames mostraram que o feijão não continha veneno, mas suspeita-se que não se trate mais do mesmo feijão que o rapaz consumiu. Para piorar a situação de Cíntia, durante depoimento, um filho biológico dela confessou que a mulher teria usado chumbinho, veneno utilizado para matar ratos. Além disso, o corpo de Fernanda deve ser exumado para exames pois a morte dela havia sido categorizada apenas por “causas naturais”. Uma das hipóteses das autoridades é de que a mulher teria ciúmes dos filhos do marido.

Da Redação do Acontece na Bahia

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