Hello Kitty, a dama do tráfico, era cantora em igreja evangélica antes de se envolver em crimes

Uma notícia está sendo destaque neste sábado (17). A traficante Rayane Nazareth Cardozo da Silveira, de 21 anos, conhecida como Hello Kitty, foi morta ontem durante uma ação policial. Em uma imagem que circula nas redes sociais, uma montagem mostrava dois momentos na vida de Hello Kitty. De um lado estava ela cantando em um culto em uma igreja e do outro, estava ela segurando uma arma. Em um dos comentários, alguém disse: : “Essa é a Hello Kitty na igreja, fazendo a obra do Senhor. Infelizmente, ela saiu da igreja e agora está no mundo fazendo a obra do mal”.

Hello Kitty em um culto e segurando uma arma: dois momentos da traficante

A “dama do tráfico”, como também era chamada, era procurada em ao menos três delegacia. Em todas, era apurada a sua participação em tráfico de drogas, roubos e homicidios. Sua ficha criminal contava uma prisão pelo tráfico e dois mandados de prisão por roubo.

Hello Kitty era o braço direito do pai, Alessandro Luiz Viera Moura, o Vinte Anos, apontado pela polícia como chefe do tráfico do Salgueiro, que também foi morto no confronto com a polícia. Ela começou a se torna alvo da polícia em 2018 quando se envolveu em roubos na região de Nitéroi. Com a morte do namorado nesse mesmo ano, ela, que atuava na Ilha da Conceição, se mudou para a Favela do Sabão.

Lá, passou a trabalhar como segurança armada do tráfico e gerente. Considerada “perigosa e audaz” pela polícia, Hello Kitty constantemente se expusera nas redes sociais, onde se considerada a “Foragida e procurada da Justiça”. Apesar do deboche, ela tinha medo de ser reconhecida. As duas tatuagens nas coxa foram transformadas. Além disso, sempre usava calça quando saía de seu reduto e estava sempre mudando o cabelo.

Da Redação do Acontece na Bahia

Categoria(s): Destaque.

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