Ex-namorado teria tirado a vida de estudante de engenharia para vender o carro da dela no sudoeste baiano

Uma notícia tem sido destaque nas redes sociais nesta sexta-feira (17). O corpo da jovem Sashira Camilly Cunha Silva, de 19 anos, foi encontrado nesta quinta-feira (16), na cidade de Planalto, que fica localizada a 50 km de Vitória da Conquista. O ex-namorado da jovem, que não teve a sua identidade revelada, confessou que cometeu o crime para depois vender o carro dela. De acordo com informações, o ex-namorado da vítima agiu em conluio com outras duas pessoas, também envolvidas no crime. Todos os envolvidos se conheciam do curso de engenharia civil da Fainor, (Faculdade Independente do Nordeste), instituto de ensino superior privado.

O ex-namorado de Sashira se entregou na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), por volta de 00h da quinta-feira (16), acompanhado do seu advogado. Equipes da Coordenadoria de Polícia e da Deam, foram nas casas de outros dois suspeitos indicados, momentos depois. Um dos suspeitos conduziu os agentes até o local onde o corpo foi abandonado, na cidade de Planalto.

A jovem foi assassinada em Vitória da Conquista, cidade onde residia. O ex-companheiro detalhou aos policiais como cometeu o crime. Disse que dopou a jovem com remédio controlado e, na sequência, esfaqueou rosto e pescoço, entretanto, quando chegou no local onde deixaria o corpo, percebeu que Sashira ainda estava viva e a estrangulou até a morte.

O segundo homem suspeito pegou o carro da vítima e levou o corpo dela e o ex-namorado da cidade de Vitória da Conquista até Planalto, com o objetivo de depois desta ação vender o veículo. O terceiro envolvido teria feito a conexão entre o ex da jovem e o segundo acusado, uma vez que não eram próximos. O homem foi o responsável por pagar um carro de aplicativo para conduzir o segundo envolvido até o local onde o crime seria praticado. Tanto o segundo quanto o terceiro envolvido alegam não saber que a vítima seria Sashira.

A jovem Sashira teria sido agredida pelo ex-companheiro com uma cabeçada no nariz há dois anos, de acordo com a polícia. Na época houve uma medida protetiva que foi expedida pelo Núcleo da Criança e do Adolescente, mas não estava mais em vigor. Os acusados foram presos e estão a disposição da justiça.

Da redação do Acontece na Bahia

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