Elize Matsunaga tenta rever a filha, mas menina é blindada de informações da mãe pelos avós paternos

Uma notícia está sendo destaque nesta segunda-feira (21). Elize Kitano Matsunaga, de 39 anos, condenada em 2009 a 16 anos de prisão pelo assassinato do marido Marcos Matsunaga, diz está em luta para rever a sua filha, de quem está longe há 8 anos.

A menina tinha apenas 1 anos e sete meses quando a Elize esquartejou o marido e pai da criança. Hoje, a menina vive com os avós maternos paternos e esses, por sua vez, entraram na Justiça com um processo tanto para tirar o nome da mãe da certidão de nascimento da criança, tanto para um processo de destituição do poder familiar.

Elize está estrelando um documentário na Netflix, no qual conta o crime em 2009. Neste documentário, é mostrado a busca pelo perdão da filha.

Em uma reportagem do jornal O Globo é evidenciada detalhadamente essa busca do perdão. De acordo com as informações, a menina é blindada de qualquer tipo de informação envolvendo o assassinato do pai.

Quando a criança tinha 7 anos, inclusive, uma colega da escola contou a versão verdadeira da história – uma vez que ela considerava os avós os pais dela-, os avós mudaram a menina de colégio e a matriculou com um outro sobrenome.

O crime chocou o país na época. Após contratar um detetive e descobrir as traições do marido, Elize matou Marcos na cobertura em que vivia com ele, em São Paulo, após a briga. As informações revelam que no momento que foi confrontado, Marcos teria agredido Elize, que reagiu atirando na cabeça dele.

Depois de morto, ela esquartejou ele em sete pedaços com uma faca de cozinha, distribuindo sem malas, que foram jogadas em uma mata numa cidade próxima. Ela confessou todo o crime.

 

 

Da Redação do Acontece na Bahia

Categoria(s): Destaque.

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