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Internacional

Cientistas não identificam pequenas estruturas achadas na Amazônia do Peru 26

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Pequenas estruturas afixadas ao tronco de árvores na Amazônia peruana vêm intrigando pesquisadores e cientistas, que não chegam a um consenso na hora de definir o que elas seriam.

Parecidas com uma pequena estalactite rodeada por uma espécie de cerca e em material de textura similar à de teias de aranha, as estruturas tem em média dois centímetros de diâmetro e vêm sendo vistas desde o começo de junho, quando o estudante norte-americano Troy Alexander encontrou o primeiro exemplar delas durante viagem ao Peru.

Impressionado com a descoberta, o estudante postou imagens das estruturas em diversos fóruns virtuais especializados em biologia, sem que ninguém consiga ao certo defini-las. Até o momento, Alexander afirma ter encontrado quatro das misteriosas estruturas.

“Todas elas estavam em uma pequena ilha localizada no rio Tambopata, no sudeste do país”, disse ele à revista norte-americana Wired, que postou em seu site as imagens captadas pelo estudante e convidou pesquisadores a opinarem sobre o que elas seriam.


Para o entolomogista William Eberhard, do Instituto Smithsonian, não há como precisar o que elas seriam. O especialista em aracnídeos Norm Platnick, do Museu de História Natural de Nova York, também não arrisca dizer o que elas seriam. “Vi as fotos e não faço ideia de que animal poderia ser responsável pelas estruturas”, afirmou.

Já a pesquisadora da Universidade de Cornell Linda Rayor arriscou que as estruturas poderiam ser obra de um inseto chamado crisopa, da família dos Neuroptera, mas garantiu ser apenas um palpite.

O descobridor das estruturas, contudo, acredita que elas possam ter sido feitas por uma nova espécie, ainda não conhecida pelo homem.

“Quando as vi, achei que algo tão singular já seria do conhecimento da ciência. Mas falei com inúmeros estudiosos e ninguém soube dizer o que elas seriam, por isso me sinto à vontade em dizer que encontrei uma nova espécie ou, ao menos, um novo comportamento animal”, disse Alexander, aluno de pós graduação da universidade norte-americana Georgia Tech.

Fonte: Folha de São Paulo.

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