Uso de máscaras pode induzir produção de anticorpos contra Covid-19

O simples ato de usar uma máscara para se proteger pode também levar à produção de anticorpos contra o Sars-CoV-2 no seu corpo.

Essa é a hipótese levantada por pesquisadores da Universidade da Califórnia e publicada como nota na revista científica The New England Journal of Medicin, uma das mais prestigiadas da área, na semana passada.

A ideia, segundo defendem os autores, é que as máscaras amplamente usadas pela população diminuem em muito, mas não impedem totalmente, a passagem das gotículas de saliva ou partículas aerossóis que podem transmitir o vírus.

Com isso, uma fração pequena de partículas virais passaria pelo equipamento e seria transmitida a outras pessoas, mas com carga viral mais baixa. Essa baixa carga viral não levaria a formas mais severas da Covid-19, mas seria o suficiente para induzir uma resposta imune no organismo.

O fenômeno já é conhecido da medicina e foi o precursor das vacinas: a variolação, processo de imunização utilizando material retirado de um paciente -à época, raspagem de uma vesícula de varíola- e inoculando-o em outro para garantir a resposta imune, mas sem provocar infecção.

Os cientistas argumentam que o uso de máscaras em toda a população elevaria a taxa de assintomáticos, uma vez que as pessoas conseguem se proteger parcialmente de uma quantidade elevada do vírus -alguns estudos apontam que a quantidade de vírus inoculado pode estar relacionada ao grau de severidade da doença.

Além disso, estudos comprovaram a eficácia do uso de máscaras tanto para prevenção por pessoas não contaminadas quanto no bloqueio da transmissão por pessoas infectadas com o vírus.

Para Raquel Stucchi, professora da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, a teoria levantada pelos cientistas é muito interessante e reforça a importância do uso de máscaras por todo mundo e em todos os lugares, principalmente no momento de retomada às atividades.

“Supondo que hoje eu esteja contaminada, mas não sei, porque não tenho sintomas ou só vou desenvolver os sintomas em alguns dias, a máscara vai conseguir conter uma parcela razoável do Sars-CoV-2 para não transmitir ao outro, mas ainda assim suficiente para gerar uma resposta imune.”

As máscaras mais eficazes para bloquear a transmissão são as cirúrgicas. As máscaras caseiras com duas camadas de tecido, no entanto, conseguem limitar a transmissão das partículas a uma distância menor quando uma pessoa espirra ou tosse.

“Qualquer máscara é melhor do que nenhuma máscara. As máscaras cirúrgicas devem ser reservadas aos profissionais de saúde para não faltar, mas a máscara caseira pode me proteger e ainda proteger os outros”, diz Stucchi.

Ainda é incerto por quanto tempo dura a imunidade para o Sars-CoV-2, mas a resposta imune gerada pelos linfócitos T parece ser mais permanente do que aquela produzida por anticorpos.
Estudos das principais vacinas em testes contra a Covid-19 mostraram boas respostas imunes tanto de anticorpos quanto de células T.

Os pesquisadores concluem ainda que para testar a hipótese de uma estratégia de proteção global pelo uso de máscaras é necessário um estudo sobre taxa de assintomáticos diante do uso ou não das máscaras.

Dados mais robustos sobre essa resposta imune, no entanto, como quantidade de células T em assintomáticos, são necessários para saber a real proteção das máscaras, afirmam os autores.

Esses estudos, no entanto, encontrariam dificuldades no Brasil, onde a quantidade de testes na população ainda é baixa, o que dificulta identificar casos assintomáticos.

Exames para detecção de células T também ainda não se encontram amplamente disponíveis.

Em relação à teoria de variolação, seria essencial também conhecer o grau de infecção das cepas em circulação do vírus nas populações combinando o uso de máscaras e pessoas sintomáticas e assintomáticas.

Da mesma forma, seria necessário comprovar a diminuição da taxa de contágio em populações com índice elevado de assintomáticos. Tais hipóteses, no entanto, são difíceis de serem testadas.

Os autores citam um caso de um cruzeiro na Argentina no qual todos os tripulantes eram obrigados a portar máscaras N95. Após um surto de Covid-19 a bordo, viu-se que 81% dos infectados eram assintomáticos –uma taxa consideravelmente elevada se compararmos à estimativa de que eles são 20% na população.

Não há nenhum estudo feito no Brasil até o momento que busque entender taxas de assintomáticos e uso de máscaras. Segundo pesquisa do Datafolha, nove em cada dez (92%) brasileiros declararam sempre utilizar máscara ao sair de casa. Outros 5% dizem usar de vez em quando, 1% utilizar raramente e 2% declararam não usar nunca o equipamento de proteção.

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Canal de TV conta história da professora-heroína Heley que morreu para salvar crianças

Três anos atrás, em outubro, o Brasil assistiu a um dos mais horrorosos crimes já vistos: um perturbado vigilante da creche Gente Inocente, localizada em Janaúba, Minas Gerais, incendiou uma sala cheia de crianças e ateou fogo a si mesmo.

Damião Soares dos Santos estava afastado do trabalho na escola e com sérios problemas de saúde mental, mas entrou assim mesmo, invadiu uma sala de aula cheia de crianças, trancou a porta, jogou gasolina nas crianças, em si mesmo e ateou fogo.

Heley de Abreu Silva Batista: mulher, professora e heroína. É desta forma que Heley é lembrada por seus estudantes, familiares e brasileiros. Há três anos, ela foi responsável por proteger e salvar, ao menos, 25 crianças de uma tragédia que aconteceu em Janaúba, Minas Gerais.

Um ex-funcionário da creche Gente Inocente, com problemas psicológicos, entrou na escola, invadiu uma sala de aula, jogou gasolina nas crianças e em si mesmo e depois ateou fogo. Catorze pessoas morreram.

O número de vítimas só não foi maior porque a professora Heley se abraçou ao criminoso para proteger e retirar as crianças feridas.

Heley teve 90% do seu corpo queimado e morreu, assim como duas profissionais que estavam com ela. Uma tragédia e três heroínas inesquecíveis.

Por sua bravura, Heley recebeu o título, post mortem, a Ordem Nacional do Mérito.

Foi condecorada também com a Medalha da Inconfidência e virou nome de uma rodovia, a LMG-631, entre as cidades de São João da Ponte e Francisco Sá, em Minas Gerais, e do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI), que foi construído no terreno da antiga creche.

Diante de uma história tão comovente e impactante e ao completar três anos da tragédia, a TV ESCOLA também resolveu prestar uma homenagem a professora.

Apresentado pelo ator Carlos Vereza e conduzido pelo jornalista Francisco Câmpera, diretor-geral da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (ACERP), o documentário reconstrói a vida da professora, ouvindo parentes, amigos e a comunidade escolar.

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Pai perde os braços um dia antes do filho nascer e sonha em poder abraçá-lo

Uma história triste foi contada nesta semana pelo site do G1. Um homem acabou perdendo os braços em um acidente de trabalho apenas um dia antes do seu primeiro filho nascer. O acidente aconteceu em 2019 e, até hoje, Nilson Medeiros, de 34 anos de idade, ainda sonha em poder dar o primeiro abraço no filho.

Para isso, ele precisará de próteses. O garoto, que hoje está com pouco mais de um ano, chama-se Guilherme. Em entrevista ao G1, Nilson falou que esperou nove anos para poder ter a criança ao lado da esposa, Luciana Miranda. No entanto, quando estava em uma fábrica de lingerie ele acabou tendo esse acidente de trabalho.

“A parte que mais me dói é não conseguir segurar Guilherme nos braços. Eu passei nove anos esperando esse momento chegar, mas eu tenho certeza que vai dar certo”, contou esse pai, que sonha em poder dar o primeiro abraço no filho.

Nilson, desde o acidente, recebe o benefício do INSS. Ele continua desempregado e vive com a ajuda de amigos e familiares. Ele não conseguiu dar entrada na aposentadoria até hoje e a pandemia de coronavírus somente tornou tudo ainda mais difícil.

 

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Jovem que estudou com livros emprestados passa em concurso para juiz

Um brasileiro que nasceu em família humilde no interior do Ceará e estudou com livros emprestados, foi aprovado no concurso para Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Pará.

João Paulo Barbosa Neto, de 28 anos, ficou em 23º lugar no concurso, que tem 50 vagas e recebeu a notícia boa na semana passada.  Ele nasceu em Itaiçaba, uma pequena cidade no interior do Estado do Ceará, com 7 mil habitantes, estudou em escola pública e ralou muito para conseguir realizar o sonho.

João Paulo contou em entrevista ao SóNotíciaBoa que emprestava livros na biblioteca para poder estudar: “Não havia recursos para adquirir todos os livros de Direito, que são caros”, lembrou.

Ele revelou também que ia de carona para a faculdade, por falta de dinheiro para o transporte.

“Em Mossoró, havia um costume chamado “Carona Amiga”, que consistia na população dar carona aos estudantes que não tinham meio de transporte para chegar à Universidade.

João Paulo é o primeiro da família a se tornar juiz e o segundo da cidade.

“Sou filho único. Meu pai é aposentado e minha mãe é dona de casa. Hoje, ela também já está aposentada. Morei sempre com eles até concluir o ensino médio e precisar mudar, sozinho, para outra cidade para poder continuar os estudos”, disse

“Mudei para Mossoró/RN, onde me graduei em Direito pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) em 28 de dezembro de 2015”.

Depois que se formou, ele não conseguiu emprego na área. Foi aí que decidiu abrir o próprio negócio e estudar para concurso público.

“Após a graduação, não consegui emprego nos escritórios de advocacia que procurei. Todas as portas estavam fechadas. Então, abri o meu próprio escritório sozinho e fiquei trabalhando 08 (oito) horas por dia, de segunda a sexta e estudando para Juiz de Direito.

Este mês, João Paulo recebeu a notícia boa que tanto esperava.

‘Agora no dia 11 de setembro de 2020 saiu a minha aprovação para o cargo de Juiz de Direito do Estado do Pará”, comemorou.

Ele aguarda agora a nomeação.

“Minha meta profissional é exercer a função de Juiz com imparcialidade, habilitação técnica, tornando a Justiça cada vez mais célere e acessível a todas as classes sociais, concretizando os direitos fundamentais dos cidadãos”, afirmou.

Ele agradeceu:

‘Graças a Deus, eu pude estudar e, consequentemente, mudar de vida”, concluiu.

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Aos 107, idosa vence infartos, câncer, Covid e quer tomar cerveja

Dona Maria Sirina da Silva após dois infartos e um câncer, agora ela venceu a Covid-19 e quer comemorar tomando cerveja.

Com bom humor, a idosa de 107 anos, moradora de Marumbi, no Paraná, revelou em vídeo que está ansiosa pra tomar o primeiro gole!

“Foi difícil passar pelo corona. Vamos beber, se Deus quiser, umas duas cervejas”, disse Dona Maria Sirina num vídeo gravado por uma das netas.

“Ela é uma mulher muito forte, guerreira, não se abate facilmente não viu. Disse que não vai morrer porque tem que cuidar dos filhos [risos]. Acredita que ela nem teve sintomas? Se curou em casa. É uma coisa muito emocionante”, disse a neta Marilsa Aparecida dos Santos, de 50 anos, ao GMC.

“Hoje a gente se ajuntou e nós choramos junto com ela. Ela é uma pessoa muito querida e muito forte. Tem uma fé muito grande”, afirmou a neta.

Maria e outros sete familiares foram contaminados pelo novo coronavírus e todos se recuperaram. A preocupação da família era com a centenária que, por conta da idade e do tratamento que faz há 6 anos contra o câncer na virilha.

Há um ano e meio, sofreu dois infartos em um período de 15 dias. Mas Maria enfrentou tudo com força, coragem e saúde.

E de acordo com a neta Marilsa, a centenária não precisou nem ir para o hospital. Maria Sirina da Silva tem 4 filhos, 11 netos, 4 bisnetos e 4 tataranetos.

 

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Governo limita crédito de novas parcelas do auxílio a R$ 600 por família

Em mais uma medida para reduzir o número de beneficiários, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) limitou o pagamento das novas parcelas do auxílio emergencial a R$ 600 por família.

Dessa maneira, parentes de mães chefes de família (que pela legislação têm direito a duas cotas, ou seja, R$ 600), por exemplo, não receberão mais o benefício emergencial, segundo o governo.

A alteração no pagamento do auxílio emergencial, agora no valor de R$ 300 cada parcela, foi publicada nessa quarta-feira (16/9) em portaria no Diário Oficial da União (DOU).

O texto, assinado pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, esclarece que o recebimento do auxílio emergencial residual estará limitado a duas cotas por família, de maneira que:

  1. A mulher provedora de família monoparental tem preferência para o recebimento de duas cotas, não podendo, nessa hipótese, haver um segundo beneficiário no grupo familiar; e
  2. Somente poderá haver dois beneficiários num mesmo grupo familiar se ambos receberem cotas simples.

Anteriormente, no crédito das parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mãe chefe de família), o limite era de duas cotas, independentemente do valor.

Dessa maneira, uma família poderia receber até R$ 1,8 mil por mês, caso fosse composta por uma mulher monoparental (R$ 1,2 mil) e um dos filhos (R$ 600), por exemplo, se estivesse dentro das regras.

O governo publicou também nessa quarta-feira (16/9) um decreto que regulamenta o crédito das novas parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial.

O texto diz que o auxílio residual será pago somente até 31 de dezembro, “independentemente do número de parcelas recebidas”. Isso significa que nem todos os aprovados vão receber todas as parcelas de R$ 300.

De acordo com o site Metrópoles, vão ganhar quatro novas cotas de R$ 300 apenas quem recebeu o primeiro depósito em abril deste ano. Assim, quem recebeu em julho, por exemplo, e estaria dois meses “atrasado”, vai ganhar apenas uma nova parcela de R$ 300.

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Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram ontem (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. As informações são da Agência Brasil.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos.

O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando for aprovada.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo.

O acordo estabelece a construção de 9 prédios e a inauguração está prevista para 2023. O local deverá gerar 5.000 empregos diretos. O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando esta for aprovada.

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Depois de dá à luz a 14 filhos homens, nasce a primeira filha de Chitão e Juci

Depois de dá à luz a 14 filhos todos do sexo masculino e registrados com a letra inicial R,  a super mamãe Jucicleide Peixoto, 38 anos, fechou o ciclo com o nascimento de uma menina.

A primeira do sexo feminino foi também a primeira que nasceu de parto cesárea no início da tarde desta quinta-feira, 17, no Hospital Português – Unidade Municipal de Conceição do Coité o que possibilitou a equipe médica realizar a ligadura das trompas para não permitir que haja mais gravidez.

Assim como os outros partos normais, o cesárea foi tranquilo e a garotinha para não fugir a regra vai ser registrada também com a letra R na inicial do nome, Raiane que se junta a Robson, Reinan, Rauan, Rubem, Rivaldo, Ruan, Ramon, Rincon, Riquelme, Ramirez, Railson, Rafael, Ronaldo e Rodrigo, esse último para homenagear o apresentador da Record Rodrigo Faro que levou a família para seu programa.

Segundo Irineu de Jesus. 44 anos, patriarca da família, todos os nomes dos meninos foi escolha dele, Ronaldo foi uma escolha numa enquete no CN e deixou com Juci a escolha do nome da menina que terá um quarto exclusivo pra ela e todo decorado em rosa.

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Governo deixa de pagar auxílio emergencial para 3 milhões de beneficiários

Quase três milhões de beneficiários do Bolsa Família vão deixar de receber o auxílio emergencial pago na pandemia de coronavírus. Esses cidadãos ficarão sem as parcelas adicionais de R$ 300, liberadas até dezembro.

Segundo dados obtidos pela reportagem, no início do pagamento do benefício, quando a renda por família que se enquadrava nas regras do auxílio era de R$ 600, podendo chegar a R$ 1.200 para mães chefes de família, 19,2 milhões de cidadãos que fazem parte do Bolsa Família receberam a renda. Eles fazem parte de um total de 13,5 famílias, que representam 95% dos beneficiários no programa.

Agora, conforme calendário de pagamento divulgado pela Caixa nesta quinta-feira, o auxílio de R$ 300 (o valor é de R$ 600 para as mães chefes de família) cairá na conta de 16,3 milhões de cidadãos. Eles fazem parte de 12,6 milhões de famílias atendidas no programa.

Com o corte, o governo deve economizar cerca de R$ 11 bilhões, segundo os dados. O motivo é que, além de diminuir pela metade o valor do auxílio, de R$ 600 para R$ 300, ou de R$ 1.200 para R$ 600, no caso das mães chefes de família, quem volta a receber somente a renda do programa tem direito a um valor médio de R$ 164,13.

Em nota, o Ministério da Cidadania afirmou que “a diferença é decorrente dos cancelamentos e bloqueios realizados em benefícios com indícios de descumprimento dos critérios legais de elegibilidade ao Auxílio Emergencial por recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU)”.

O órgão disse ainda que “no mês de agosto de 2020, o Bolsa Família beneficiou a 14,28 milhões de famílias. No mês de setembro, o programa chega a mais de 14,27 milhões de famílias”. É preciso lembrar, no entanto, que as 14 milhões de família são a totalidade do programa. Desse total, 95% recebiam auxílio emergencial.

Nesta quinta (17), tiveram início os pagamentos do auxílio para quem é do Bolsa Família. A renda é liberada conforme o final do NIS (Número de Identificação Social). Os trabalhadores fizeram, novamente, fila na porta da Caixa em busca do benefício, na zona leste de SP.

Ao todo, 1,6 milhão de beneficiários pôde sacar os valores. Nesta sexta (18), será paga mais uma parcela a 1,6 milhão. O pagamento retorna na segunda. Veja o calendário abaixo.

Final NIS Data do pagamento
1 17 de setembro
2 18 de setembro
3 21 de setembro
4 22 de setembro
5 23 de setembro
6 24 de setembro
7 25 de setembro
8 28 de setembro
9 29 de setembro
0 30 de setembro

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Cachorro sem dono acha carteira com quase R$ 5 mil e devolve

Um cachorro que vive nas ruas de Londrina, no Paraná, encontrou na rua uma carteira com quase R$ 4 mil em dinheiro.

Marrom, como é conhecido, estava com a carteira na boca na última sexta, 4, quando uma funcionária de um petshop atravessou a rua para ir ao mercado e viu a cena.

“Agachei e ele colocou a carteira na minha mão. A hora que eu abri, fechei de novo. Eu não acreditei. Abri de novo e falei: ‘meu Deus do céu’. Tinha R$ 3.980”, disse Patrícia Soares ao G1. “É obra de Deus. E o cachorro, não tem nem o que falar dele”, afirmou.

Ela procurou os documentos na carteira e descobriu que o dono era um açougueiro do mercado, onde o animal costuma ficar.

Joaquim Arantes estava desesperado atrás do dinheiro, que iria usar para comprar uma moto usada. “Minha intenção era comprar uma motinha. Fui no banco e peguei o dinheiro”, disse o dono do açougue.

Ele disse que procurou a carteira no carro, nos locais onde passou e tinha até perguntado para pessoas na vizinhança.

“Vim trabalhar desanimado da vida”, afirma. Mas o cachorrinho Marrom acabou com toda a agonia do homem. O açougueiro não disse se vai adotar o cão, mas garantiu que vai cuidar melhor dele.

“Agora tem que cuidar mais dele ainda”, afirmou Joaquim Arantes. Marrom foi abandonado no bairro há cerca de seis meses e vive nas proximidades do mercado, onde fica o açougue de Joaquim.

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