Flordelis é vista com pulseira de pastor que ela disse ter sumido

Deputada federal estava em um culto quando foi vista com o acessório, nove dias após relatar o desaparecimento da peça

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) apareceu, durante um evento religioso, usando uma pulseira de ouro do marido, o pastor Anderson do Carmo. O objeto, no entanto, estava desaparecido, segundo relatos da própria parlamentar durante coletiva de imprensa no mês passado.

A também pastora foi vista com o acessório em um culto realizado no último dia 4, na sede do Ministério Flordelis, no Mutondo, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, O evento foi acompanhado pelo jornal Extra.

Flordelis falou sobre o sumiço da pulseira durante uma coletiva de imprensa realizada no fim do mês passado, após ser questionada sobre o desaparecimento do celular de Anderson, que até hoje não apareceu.

“Eu queria muito que me devolvessem o celular. As outras coisas que se perderam dentro de casa não faço questão porque muitas outras coisas foram subtraídas, foram sumidas, né. Meu filho tinha tirado do braço dele a pulseira de ouro. Era a única que ele tinha, que usava muito. Tinha colocado na cabeceira do nosso quarto. Essa pulseira também desapareceu”, disse Flordelis.

Além do celular de Anderson do Carmo, os aparelhos telefônicos da deputada e de Flávio dos Santos, filho biológico dela e suspeito de participar do assassinato, também sumiram. Um dia após a coletiva em que Flordelis falou do sumiço da pulseira, um mototaxista prestou depoimento e afirmou ter visto uma neta da parlamentar jogar um celular no mar, dias após o crime.

De acordo com a assessoria da deputada, a pulseira foi encontrada em uma arrumação feita na casa de Flordelis, após o crime, que aconteceu na madrugada do dia 16 de junho. O celular do pastor, no entanto, não foi encontrado.

“Na rearrumação interna da casa, depois da enorme desordem em que ela ficou, a pulseira foi encontrada e, desde então, como memória e homenagem ao marido, a deputada passou a usá-la. Não a tirou mais do braço”, informou a assessoria.

(Fonte:Metrópoles)

Categoria(s): Regional.

SÉRGIO NORONHA: QUE FIM LEVOU?

Sérgio Barros de Noronha, ou apenas Sérgio Noronha, atualmente reside no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro.

Ele nasceu no dia 28 de dezembro de 1932, no Rio de Janeiro, e com 22 anos, quando cursava Letras, na Faculdade Lafayete, começou a trabalhar como contínuo na revista O Cruzeiro, e logo já estava na função de redator auxiliar.

Em 1959 foi para o Jornal do Brasil, já como repórter, e nos anos seguintes passou pelos jornais Diário Carioca, Correio da Manhã e Última Hora, além das revistas Senhor e TV Guia. Também conhecido como “seu Nonô”, além de repórter, ele também foi redator, secretário de redação, editor de esportes e colunista.

Foi para a TV Globo em 1975 e logo estava comentando os jogos da Copa do Mundo de 1978, na Argentina. No ano seguinte foi para a TV Educativa, mas comentou para a TV Globo a Copa de 1982.

Em 1983 passou a ser comentarista da Rádio Globo, teve um rápida passagem pela Rádio Tupi, mas voltou para a Globo em 1989. Em 1998 passou também a integrar o quadro de comentaristas da SporTV e voltou à TV Globo no ano seguinte.

Em 2009 Sérgio Noronha foi para a TV Bandeirantes, onde ficou até o ano seguinte. Voltou novamente para a Rádio Globo em 2010 e ainda retornou para a TV participando das transmissões do Canal Premiere.

(Fonte:UOL)

Categoria(s): Regional.

Brinquedo em parque de diversões se parte e mata duas pessoas

Além das mortes, outras 27 pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves

Ao menos duas pessoas morreram após um brinquedo de um parque de diversões na Índia quebrar em pleno funcionamento, nesse domingo (14/07). A tragédia aconteceu no Kankaria Adventure Park, localizado na cidade indiana de Ahmedabad.

Além das mortes, outras 27 pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves, afirmou Vijay Nehra, comissário da Corporação Municipal de Ahmedabad (AMC). Uma investigação vai avaliar se o parque tinha licença adequada para funcionamento e como estava a manutenção do brinquedo.

(Fonte:Metrópoles)

Categoria(s): Regional.

Conheça Wallex Guimarães, o Führer Baiano

Imagine que no meio de todas as situações que o Brasil precisa passar, nasceu um “líder” neo-nazista no interior da Bahia que irá levar o Brasil a vitória na 3ª Guerra Mundial. Isso mesmo, imagine aí uma nação que não só é liderada por um movimento nazista, mas um movimento que, além de nazista, é baiano.

O nome dele é Wallex Guimarães. Ele é um rapaz negro de 20 anos que mora na Bahia e é Neo-nazista assumido. Não apenas, ele acredita que é ariano e que é a Ressurreição do próprio Hitler.

O Führer Wallex fundou um movimento chamado Wallexismo, e que está sendo disseminado no campo mais fértil pra essas ideias, as redes sociais. Wallex é pré-candidato a vereador da cidade de Canavieiras na Bahia nas próximas eleições segundo o que consta no perfil dele do Facebook e ele declara em seus vídeos de manifestos.

Ainda de acordo com o rapaz, ele escreveu um livro chamado “reich baiano“. Reich é uma palavra alemã que significa literalmente, em português, ‘império’ ou ‘reino’. É o termo tradicionalmente usado para designar uma variedade de países soberanos, incluindo a Alemanha em muitos períodos da sua história. O livro o “reino baiano” é praticamente uma cópia do Mein Kampf (Minha Luta). Mein Kampf é o título do livro de dois volumes de autoria de Adolf Hitler, no qual ele expressou suas ideias antissemitas, anticomunistas, antimarxistas, racialistas e nacionalistas de extrema direita, então adotadas pelo partido nazista.

Abaixo é possível ver o discurso de Wallex da Silva Guimarães (O Führer Brasileiro / O Führer Baiano) contra a reforma trabalhista e defende tornar o Brasil em uma superpotência mundial.

De acordo com o dicionário informal, que já contém a expressão “Wallexismo”, o significado é:

O wallexismo é uma corrente do nacionalismo e do nacional-socialismo, que mistura elementos do nacionalismo, nacional-socialismo e nacional-bolchevismo. Com foco na criação de um estado autoritário-democrático, onde há forte participação popular, havendo fortes influências do stalinismo, trotskismo e judaísmo.

Fonte: Site Noamazonaséassim

Categoria(s): Regional.

‘Meu B.O é bíblia e a oração’, diz padre empurrado em missa

Após episódio inusitado, padre Marcelo Rossi afirmou que “está ótimo” e não se machucou com a agressão

O padre Marcelo Rossi tranquilizou fãs e fiéis, preocupados depois do religioso ter sido empurrado por uma mulher enquanto celebrava uma missa, neste domingo (14), no interior de São Paulo.

Além de dizer que já “está ótimo”, Marcelo Rossi afirmou que não registrou – nem irá – nenhum boletim de ocorrência, e brincou:”Meu B.O é bíblia e oração”.

Segundo ele, o episódio inusitado foi, na verdade, um milagre, já que saiu ileso da situação, mesmo com um problema crônico na coluna.

“Foi um milagre. “Não bati a cabeça. Todos sabem que tenho um problema na coluna. Não tocou a coluna. Machucou muito a perna, mas tudo consertado”, disse em vídeo publicado em sua página no YouTube, na manhã desta segunda-feira (15).

A mulher que empurrou o padre na missa, realizada em Cachoeira Paulista (SP), disse na saída da delegacia, onde prestou depoimento, que queria apenas conversar com o sacerdote. Ela alegou que sofre de transtorno bipolar e faz tratamento psiquiátrico.

“Ela falou que queria entrar para conversar com ele e que se assustou na hora que viu os seguranças correndo atrás dela. É a versão dela, mas quem vê as imagens vê que não tem nada disso [seguranças correndo atrás dela]. Ela entrou correndo, se assustou e empurrou ele num momento em que meio que surtou, perdeu o controle, mas que não tinha intenção nenhuma, que queria só conversar com ele.”, explicou o delegado responsável pelo caso, Daniel Castro.

Como o padre Marcelo Rossi não tem intenção de registrar um boletim de ocorrência, o caso deverá ser arquivado. Enquanto isso, a mulher permanecerá em liberdade.

(Fonte:Bahia.Ba)

Categoria(s): Regional.

Mulher tem parada cardiorrespiratória ao se engasgar com carne

Vítima de 28 anos teve de ser entubada e foi levada ao Hospital Regional de Taguatinga, após episódio ocorrido em churrascaria

Uma mulher de 28 anos sofreu uma parada cardiorrespiratória após se engasgar com um pedaço de carne enquanto almoçava na Churrascaria Fogo de Galpão, na tarde de domingo (14/07/2019), em Taguatinga.

Ela precisou ser atendida pelo Corpo de Bombeiros e, em seguida, foi encaminhada ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Segundo informações da corporação, Thayna Bittencourt de Souza Mendes estava com a família no restaurante quando engasgou com o pedaço de carne. Pessoas que estavam no local presenciaram o episódio e socorreram a vítima. Em seguida, acionaram os bombeiros.

No local, os militares constataram que a mulher estava em parada cardiorrespiratória e iniciaram as manobras de reanimação com o apoio do resgate aéreo e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Durante o atendimento, enquanto a paciente era entubada, a médica da equipe identificou o pedaço de carne e o retirou da garganta da mulher, o que possibilitou o retorno da respiração e dos batimentos cardíacos. Após o socorro, a mulher foi encaminhada ao hospital inconsciente e instável.

Doze militares e duas viaturas participaram da operação. Para atender a ocorrência, os bombeiros interditaram o Pistão Sul, no sentido Taguatinga Centro, para que o helicóptero da corporação pousasse e permanecesse à espera da paciente.

(Fonte:Metrópoles)

Categoria(s): Regional.

Corpos da família encontrada morta em Santo André são velados nesta segunda no ABC

Velório ocorre no Cemitério Parque Vale dos Pinheirais, em Mauá. Suspeita é que mortes tenham sido provocadas por asfixia após inalação de gás.

Os corpos da família encontrada morta em Santo André, no ABC Paulista, começaram a ser velados nesta segunda-feira (15) no Cemitério Parque Vale dos Pinheirais, em Mauá, na mesma região. O velório começou às 6h, e o enterro está previsto para ocorrer às 16h.

Os quatro integrantes da família foram achados mortos em casa neste domingo pela irmã de um deles. A polícia suspeita que as mortes tenham sido causadas por inalação de gás. O aquecedor a gás do apartamento estava sem chaminé e as janelas, fechadas.

Uma medição feita pela perícia indiciou que havia mais monóxido de carbono do que o tolerável no apartamento. Não havia sinais de arrombamento ou violência.

Morte após retorno de viagem
O caso está sob a responsabilidade do delegado Roberto von Haydin, do 1º Distrito Policial de Santo André. Segundo o depoimento de um irmão, os pais e as duas crianças já haviam passado mal no apartamento, e um passarinho da família havia morrido poucas semanas antes.

Segundo o delegado, há 99% de certeza que a morte aconteceu por envenenamento por monóxido de carbono.

Roberto Yasuhide Utima, de 46 anos, Katia Rumi Sasaki Utima, de 47 anos, Barbara Keiko Utima, de 14 anos, e Enzo Sasaki Utima, de 3 anos, voltaram de uma viagem à Disney, nos Estados Unidos, na sexta-feira. A suspeita é de que as mortes tenham ocorrido de sexta para sábado (13).

“Pouco antes de viajar, todos passaram mal, o passarinho morreu e eles foram socorridos, mas o médico não detectou que teria sido envenenamento por monóxido de carbono, liberou todo mundo, dizendo que podia ser uma sinusite. Mas já foi um aviso pouco antes de eles viajarem”, contou o delegado.
De acordo com Haydin, a mãe estava no box do banheiro com o chuveiro ligado, o pai estava no sofá com a criança de 3 anos deitada sobre o peito, ainda coberta, como se estivesse dormindo, e a adolescente estava deitada na cama de cima de um beliche. Por volta das 15h30 deste domingo (14), os corpos ainda estavam no apartamento.

O delegado também ouviu o síndico do prédio, que fica na rua Haddock Lobo, e ele relatou que havia advertido a família há dez anos para colocar uma tubulação de exaustão do aquecedor.

“Mas eles disseram ao síndico que a janela ficaria sempre aberta e que, por tal motivo, não haveria necessidade da tubulação, mas infelizmente como eles viajaram, o apartamento ficou confinado, não havia ventilação. Se houvesse saída do duto do exaustor, a janela nem fechada poderia ser porque o tubo fica na frente da fresta. Como não havia esse duto de saída, a janela foi fechada e houve confinamento do oxigênio no interior do apartamento”, disse.

Medição feita pela perícia indiciou que havia mais monóxido de carbono do que o tolerável no apartamento. “É um alerta para quem possui aquecedor a gás. Cuidar muito bem da exaustão. Um erro como ocorreu, pode ser fatal. Garantir a exaustão, manter sempre as janelas abertas”, disse o delegado.

(Fonte:G1)

Categoria(s): Regional.

‘Achei que ele tivesse morrido’, diz fiel após atentado contra Padre Marcelo Rossi

Enquanto o padre era atendido por socorristas, a legião de fiéis de cerca de 50 mil pessoas, rezavam Ave Maria

Fiéis contam que no momento em que o Padre Marcelo Rossi foi empurrado por uma mulher durante missa nesse domingo, em São Paulo, ele fazia sermão em que se comparava ao vaso da tradição oriental que quando quebrado recebe fios de ouro e é restaurado. Religiosos que acompanhavam o momento acreditam em milagre. Para eles, se não fosse a intervenção divina, o padre não teria sobrevivido.

Enquanto padre Marcelo era atendido por socorristas no local, a legião de fiéis de cerca de 50 mil pessoas presentes no último dia de Acampamento PHN 2019 (evento da comunidade católica Canção Nova com duração de três dias), em Cachoeira Paulista, rezavam Ave Maria.

Fiéis contam que no momento em que o Padre Marcelo Rossi foi empurrado por uma mulher durante missa nesse domingo, em São Paulo, ele fazia sermão em que se comparava ao vaso da tradição oriental que quando quebrado recebe fios de ouro e é restaurado. Religiosos que acompanhavam o momento acreditam em milagre. Para eles, se não fosse a intervenção divina, o padre não teria sobrevivido.

Enquanto padre Marcelo era atendido por socorristas no local, a legião de fiéis de cerca de 50 mil pessoas presentes no último dia de Acampamento PHN 2019 (evento da comunidade católica Canção Nova com duração de três dias), em Cachoeira Paulista, rezavam Ave Maria.

— Eu me arrepio só em lembrar que ele estava falando justamente sobre isso, que cada vez que tentam quebrá-lo, Deus coloca nele fios de ouro e faz dele um vaso novo. Quando ele voltou, ele disse que estava bem, que Maria passou na frente e que ele tinha problema na coluna, mas que nada tinha sido afetado, só estava com algumas dores devido à queda. Mas que o mal não tinha vencido, e continuou o sermão sobre como Deus trabalha na vida dele. Foi sobrenatural — conta o supervisor de logística João Alfano.

A esposa de João, Heloísa Helena de Souza, acredita que Deus segurou o padre no momento da queda e que a oração dos fiéis contribuiu para que o religioso se reerguesse em poucos minutos.

— Eu fiquei em estado de choque, chorei muito porque eu achei que ele tivesse morrido. Foi uma queda enorme. O palco tem uns dois metros e meio e eu vi só a batina dele voando como se fosse um super-herói. Ele não teria como sobreviver se Deus não tivesse o segurado. Na hora muita gente passou mal e teve que ser socorrida. Mas enquanto o Padre Marcelo estava sendo socorrido no chão o padre Bruno pegou o microfone e começou a rezar uma Ave Maria e o clamor de todos foi inexplicável. Foi algo triste, mas ao mesmo tempo muito lindo. Foi um milagre que aconteceu na nossa frente — detalha.

(Fonte:iBahia)

Categoria(s): Regional.

Camelô do Rio procura cliente que pagou balas de R$ 2 com nota de R$ 100

Ambulante pediu ajuda nas redes sociais para devolver o troco.

Um camelô que vende balas na Zona Oeste do Rio procura uma cliente que lhe deu uma nota de R$ 100 por um pacote que custa R$ 2. Phellipe Guimarães acredita que a senhora se enganou. Ele mobilizou as redes sociais para localizá-la e devolver o “troco”.

A honestidade de Phellipe viralizou: em cinco dias, a postagem do camelô teve quase três mil compartilhamentos.

“Ela me deu o que parecia ser uma nota de R$ 2. Coloquei na bolsa, como sempre faço. Quando parei para contar meu dinheiro, fui ver que a nota não era de R$ 2, mas de R$ 100, toda dobrada”, detalha.

O caso aconteceu na última quarta-feira (10), na Estrada Intendente Magalhães, em Vila Valqueire. Ele estava em um ônibus da linha 383 (Realengo-Praça da República) quando uma senhora o chamou. Comprou dois saquinhos de bala — uma de café, outra de coco.

Ele ainda tentou correr atrás do ônibus, mas não conseguiu.

O ambulante a descreve como “uma senhora de cabelo ruivo, com uma tatuagem de borboleta na mão, de cor branca” e trazia “uma bolsa de onça”.

Phellipe mora em Vila Valqueire. De manhã, vende balas em sinais do bairro e dentro de ônibus. À noite, dá expediente como chapeiro numa barraquinha de lanches em Padre Miguel.

(Fonte:G1)

Categoria(s): Regional.

Rosana: cinco anos e meio separam mãe e monstro

Por que a mulher amorosa, grata pelo filho que recebeu de presente, tornou-se a assassina que esfaqueou e esquartejou o menino? Série do JBr busca entender esse bárbaro crim

Esta é uma história de desamor
Na primeira reportagem da série, a incrível transformação de Rosana, mãe e assassina de Rhuan
Aprisionado no silêncio quase constante que lhe impunha sua condição de criança autista, o menino Rhuan, de apenas nove anos, tornou-se a razão e o objeto do ódio de um casal de mulheres, Rosana e Kacyla.

O menino foi emasculado. Submetido a humilhações e torturas. Até o dia em que sentiu suas costas invadidas pelo aço frio de uma série de facadas. Ainda vivo, viu sua garganta ser cortada até sua cabeça ser totalmente separada do resto do corpo. Arrancaram a pele de seu rosto, como se fosse uma máscara. Desmembrado, foi acondicionado em duas mochilas cor de rosa.

Não é uma tarefa simples compreender por que Rosana e Kacyla cometeram sorte tão grande de barbaridades.

No distorcido e apavorante universo das mentes de Rosana e Kacyla, misturou-se ódio religioso, questões de gênero, violência cometida por e contra elas.

Esta é a história de como de certa forma Rosana e Kacyla foram igualmente desmembradas das suas características humanas para se tornarem frias assassinas.

De hoje até sexta-feira, série especial publicada de forma simultânea na versão impressa e eletrônica do Jornal de Brasília contará a trágica história do menino Rhuan e dos demais personagens desse drama brasileiro. No primeiro episódio da série, a impressionante transformação de Rosana. De como a mulher e mãe amorosa e preocupada transformou-se na assassina de seu próprio filho.

Esta reportagem é decidada à inocência… Que em algum lugar se encontra perdida, ansiando por ser resgatada.

A menina recatada virou assassina

“Deus, muito obrigada pelo presente que me tem concedido. É uma benção na minha vida. É um grande tesouro que não tem preço, é jóia rara que ilumina a minha vida todos os dias! […] Eu só tenho a agradecer, Senhor, pelo teu amor na vida do meu filho. Te amo, meu amor Rhuan.”

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Esta é uma história de desamor
Na primeira reportagem da série, a incrível transformação de Rosana, mãe e assassina de Rhuan
Aprisionado no silêncio quase constante que lhe impunha sua condição de criança autista, o menino Rhuan, de apenas nove anos, tornou-se a razão e o objeto do ódio de um casal de mulheres, Rosana e Kacyla.

O menino foi emasculado. Submetido a humilhações e torturas. Até o dia em que sentiu suas costas invadidas pelo aço frio de uma série de facadas. Ainda vivo, viu sua garganta ser cortada até sua cabeça ser totalmente separada do resto do corpo. Arrancaram a pele de seu rosto, como se fosse uma máscara. Desmembrado, foi acondicionado em duas mochilas cor de rosa.

Não é uma tarefa simples compreender por que Rosana e Kacyla cometeram sorte tão grande de barbaridades.

No distorcido e apavorante universo das mentes de Rosana e Kacyla, misturou-se ódio religioso, questões de gênero, violência cometida por e contra elas.

Esta é a história de como de certa forma Rosana e Kacyla foram igualmente desmembradas das suas características humanas para se tornarem frias assassinas.

De hoje até sexta-feira, série especial publicada de forma simultânea na versão impressa e eletrônica do Jornal de Brasília contará a trágica história do menino Rhuan e dos demais personagens desse drama brasileiro. No primeiro episódio da série, a impressionante transformação de Rosana. De como a mulher e mãe amorosa e preocupada transformou-se na assassina de seu próprio filho.

Esta reportagem é decidada à inocência… Que em algum lugar se encontra perdida, ansiando por ser resgatada.

A menina recatada virou assassina
Olavo David Neto. Enviado especial a Rio Branco (AC)
redacao@grupojbr.com

“Deus, muito obrigada pelo presente que me tem concedido. É uma benção na minha vida. É um grande tesouro que não tem preço, é jóia rara que ilumina a minha vida todos os dias! […] Eu só tenho a agradecer, Senhor, pelo teu amor na vida do meu filho. Te amo, meu amor Rhuan.”

Cinco anos e cinco meses separam a declaração de amor de Rosana ao filho Rhuan, do assassinato macabro do menino, que foi emasculado, esfaqueado, esquartejado, decapitado e teve a pele do rosto arrancada no dia 31 de maio deste ano, em Samambaia.

Nascida em 25 de agosto de 1991, primogênita de seis irmãos, Rosana teve o carinho e a atenção que os outros filhos de Maria Antônia da Silva Candido não tiveram. Cresceu recatada, gostava de brincar sozinha com as bonecas, dentro da casa da família no bairro da Cadeia Velha, às margens do Rio Acre. “Nunca foi de rua”, comenta a mãe. “Desde pequena, ia pra igreja”. A fé e as brincadeiras solitárias dividiam espaço com os estudos.
Abandono e abuso

Do pai, Jair Ferreira, Rosana nada teve. Nem carinho, nem registro na certidão de nascimento. Vazio paterno. Apenas pouco antes de fechar a primeira década de idade, ela soube quem era seu progenitor. Com nove anos, passou a frequentar a casa que lhe fora negada, mas o convívio tardio com o pai foi conturbado. “Ela foi ficando chateada, até o ponto de ela esquecer que tinha pai”, lamenta Maria Antônia. Aos 13 anos, cessaram-se as tentativas junto a um homem que não lhe demonstrava amor.

A figura do pai, então, foi substituída pela do padrasto, o Leco, que a via mais como mulher que enteada. Samara, irmã de Rosana, relata que o então marido da mãe tentou abusar dela. “Realmente, ele vinha com ‘inxirimento’ pra cima da gente quando tava bêbado”, relembra Samara.

Aos 16 anos, começou a namorar Maycon Douglas, com quem teria Rhuan. “A gente começou a ficar, coisa de adolescente. Nosso relacionamento era ótimo, era bem intenso”, recorda o rapaz acreano.

O fanatismo toma o lugar do amor
“Ela era louca pelo Rhuan”, comenta Maria do Socorro, avó paterna do menino. “Tanto que ele mamou até os três anos, e ela nunca fez questão de tirar. Era um apego grande com aquele menino”, diz a senhora, lutando sem sucesso para conter as lágrimas.

A incredulidade é um sentimento em comum entre todos que conheciam Rosana naquela época. Liberdade Nascimento, amiga da igreja, morou por um mês com Rosana, quando ela já havia saído da casa de Maycon e passou a dividir o teto com Kacyla, que viria a se tornar sua companheira e cúmplice no assassinato de Rhuan. “Ela era muito carinhosa com o Rhuan” relembra Liberdade, dizendo ainda não acreditar na morte do menino.

“Mas a Kacyla começou a dizer para a Rosana que ela tinha que amar menos o Rhuan, que não podia ter muito apego senão Deus ia tirar o filho dela.”

Liberdade recorda, ainda, que Rhuan tinha medo da companheira da mãe, principalmente nos momentos em que ela ia dar-lhe banho.

“Ela dava banho frio no menino às seis horas da manhã e ainda pedia a ele que a chamasse de mãe.”

Começa aí uma trajetória sem volta. Tem início o lento assassinato de Rhuan que seria consumado no dia 31 de maio de 2019.

Kacyla sugeriu que Rosana passasse por uma purificação religiosa. A transformação se tornava cada vez mais irreversível. Após o tratamento proposto por Kacyla, Rosana se tornou cada vez mais fanática e cada vez mais distante da figura materna que escrevia declarações de amor ao pequeno filho no Facebook.

(Fonte:Jornal de Brasília)

Categoria(s): Regional.