Caso Henry: Perícia deve fazer exame de DNA em manchas encontradas na parede do apartamento onde o caso aconteceu

Uma notícia está sendo destaque nesta sexta-feira (02). Peritos do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) constataram, em algumas amostras coletadas na parede da sala do apartamento onde moravam Henry, a mãe e o padrasto, manchas que sugerem ser de sangue.

A mancha foi encontrada em um papel de parede da casa, segundo o jornal O Globo, e fragmentos desse papel foram encaminhados ao Instituto de Perícias e Pesquisa em Genética Forense (IPPGF) para um exame de DNA. Ao todo, foram seis amostras, porém uma descartada, recolhidas na sala e no quarto da criança. As manchas seriam duas da cor avermelhada, uma alaranjada, outra amarronzada e uma última de cor preta.

Isso aconteceu na tarde de ontem durante a reconstituição da cena. Foi usada um boneco com as mesmas características da criança. A presença da mãe e do padrasto foram representados por peritos.

O CASO

O menino Henry morreu no último dia 8, depois de dar entrada em um hospital da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O menino tinha voltado da casa do pai, com quem tinha passado o final de semana e foi levado para casa da mãe e do padrasto. Durante a madrugada, o pai do menino recebeu a ligação da mãe informando que teria de levar a criança ao hospital porque ele estava com dificuldades para respirar. Mesmo os médicos tentando reanima-lo, Henry faleceu.

De acordo com o laudo de exame de necropsia, a causa da morte foi hemorragia interna e laceração hepática, provocada por ação contundente.

Da Redação do Acontece na Bahia

Tag(s): , , .

Categoria(s): Destaque.

Comente: