Caso Henry: Mãe e padastro da criança podem ser presos a qualquer momento, segundo advogado

O caso que chocou o país nos últimos dias ganhou mais um capítulo. Na manhã de ontem, segundo a entrevista da RecordTv com o advogado do pai de Henry, o padrasto e a mãe do garoto, Jairinho e Monique, poderão ser presos a qualquer momento pelo suposto crime.

“Já tem elementos suficientes para indício de autoria e materialidade de fato e a cautelar de prisão preventiva é questão apenas de tempo”, disse o advogado.

Isso porque nas buscas feitas na casa de Dr. Jairinho e Monique, a polícia encontrou computadores e celulares que foram levados para investigações. Nesses dispositivos, os investigadores encontraram mensagens apagadas tanto da mãe, como do padrasto. No total, 11 celulares foram apreendidos e em ao menos um dos celulares da mãe, há mensagens suprimidas.

RELEMBRE O CASO

No último dia 08, o garoto Henry Borel, de 4 anos, chegou sem vida a um hospital da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo depoimentos, o menino, que estava na casa da mãe e padrasto, foi encontrado inconsciente no quatro dela, poucas horas depois de retornar da casa do pai, Leniel Borel. Monique e o padrasto, então, levaram o menino ao hospital. Após a confirmação da morte, a perícia constatou múltiplas lesões na cabeça, barriga e rins da criança.

A participação do pai de Henry, Leniel, foi descartadas, pois para os policiais caso as lesões fossem provocadas por ele, o menino teria apresentado sentir dores nas imagens divulgadas pela câmera de segurança, no momento que ele chega no apartamento e está no elevador com Monique e Jairinho.

Agora, as investigações buscam entender como as lesões foram causadas e por quem.

Da Redação do Acontece na Bahia

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