Carrefour oferece acordo para viúva de homem espancado até a morte no mesmo valor da indenização paga pelo cachorro manchinha; mulher recusa acordo

Uma notícia chamou a atenção dos internautas nesta manhã de sábado (3). A viúva de João Alberto, homem que morreu após ser espancado brutalmente por seguranças do supermercado Carrefour, no Rio Grande do Sul, recusou a proposta de R$ 1 milhão oferecido pela empresa.

A recusa foi feita pelos advogados de Milena Borges Alves que encerraram as negociações e devem entrar na Justiça com o pedido de uma indenização no valor de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões.

A proposta foi recusada com o argumento de que o valor de R$ 1 milhão foi o mesmo doado pela empresa para instituições de causas animais após a polêmica do cão Manchinha, que foi espancado até a morte por um segurança também no Carrefour, em São Paulo.

O advogado Hamilton Ribeiro comparou o caso com a morte de George Floyd, que morreu após ser sufocado até a morte por um policial. Na época, os familiares da vítima receberam US$ 27 milhões de indenização.

“Quanto vale a vida de um negro afro-brasileiro e um negro afro-americano? Quando vai ter fim a síndrome do cachorro vira-lata?”, afirmou.

Da redação Acontece na Bahia.

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