Bolsonaro chama de “idiota” aqueles que preferirem comprar feijão ao invés de fuzil: “Se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar”

O presidente Bolsonaro causou polêmica nesta sexta-feira (27) durante uma conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Segundo Bolsonaro, todos aqueles que dizem precisar comprar feijão são “idiotas”, pois “tem que todo mundo comprar fuzil”.

A afirmação foi feita após um apoiador questionar alguma novidade caçadores, atiradores e colecionadores, conhecidos como CACs.
“O CAC está podendo comprar fuzil. O CAC que é fazendeiro compra fuzil 762. Tem que todo mundo comprar fuzil, pô. Povo armado jamais será escravizado. Eu sei que custa caro. Tem um idiota: ‘Ah, tem que comprar é feijão’. Cara, se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar”.

Bolsonaro também completou dizendo que “Não teve aumento de nada” em seu governo. Porém, os dados do IBGE revelam que inflação oficial do país chegou a 8,99% no acumulado dos últimos 12 meses.

Já durante uma live realizada ontem (26) em suas redes sociais, o presidente pediu para que os apoiadores diminuíssem o consumo de energia, devido a alta dos preços nas contas de energia do brasileiro.

“Eu quero fazer um apelo a você que tá em casa agora. Eu tenho certeza que você pode apagar um ponto de luz na sua casa agora. Eu peço esse favor pra vocês. Apague um ponto de luz agora, ajuda. Está ajudando a economizar energia, a economizar água das hidrelétricas. Em grande parte delas, estamos na casa de 10%, 15% de armazenamento. Estamos no limite do limite”.

“Algumas [hidrelétricas] vão deixar de funcionar se essa crise continuar existindo. E dizer a vocês, decreto uma bandeira vermelha [na conta de energia], que dá em média R$ 100 pra cada 100 quilowatts, não é maldade, é porque precisamos pagar outra fonte geradora de energia, no caso são a termoelétricas, que gastam óleo diesel, muito mais caro”, afirmou.

 

Da Redação do Acontece na Bahia

Tag(s): , .

Categoria(s): Destaque.

Comente: