Após ter alergia insistente, professora precisa ter parte do crânio retirada: “Não aguentaria mais do que uma semana”

Acostumada com algumas crises alérgicas, a moça pensou que não se tratava de algo preocupante, mas os pais dela deram uma sugestão que salvou a vida da jovem.

Com uma vida bastante ativa e saudável, uma professora de artes marciais ficou entre a vida e a morte nos Estados Unidos. Num primeiro momento, Natasha Gunther começou a ter sinusites frequentes durante semanas e chegou a confundi-las com alergias. Ela recebeu atendimento médico e foi instruída a tomar antibióticos previamente prescritos. Contudo, apesar de melhoras pontuais, a moça continuou a se sentir bem mal, tendo fortes dores de cabeça. Então, pouco antes do natal do ano passado, os pais dela insistiram para que ela fosse ao hospital fazer um exame de imagem. Nessa hora, a família teve um dos maiores choques da vida.

Os médicos descobriram que Natasha estava com uma quantidade gigantesca de bactérias na cabeça. A infecção chegou a descolocar o cérebro da moça em cerca de 9 milímetros para a direita. Diante do resultado inacreditável, a moça foi submetida a uma cirurgia de emergência e precisou remover um pedaço do crânio para ser salva. Ela relatou o seguinte:

“No total, eles removeram cerca de 12 a 14 cm do meu crânio. Fiquei no hospital por mais cinco semanas e também fiz uma nova cirurgia de sinusite. Os cirurgiões me disseram que eu estaria morta em uma semana se não tivesse ido ao hospital quando fui.” Mas não termina aí.

Depois disso, Natasha ainda ficou por semanas no hospital e recebeu tratamentos para a sinusite. É esperado que, ainda neste ano, ela passe por uma nova cirurgia para reconstruir o crânio. O procedimento pode usar uma parte que ficou congelada ou um material feito por impressora 3D.

Da Redação do Acontece na Bahia

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