Agressores envolvidos no ataque a um torcedor do Vitória no último sábado se presentaram à delegacia nesta terça-feira (24)

Agressores envolvidos no ataque a um torcedor do Vitória no último sábado se presentaram à delegacia nesta terça-feira (24)

Os dois agressores envolvidos no ataque a um torcedor do Vitória no último sábado (21) no bairro da Graça se apresentaram à delegacia nesta terça-feira (24), conforme confirmado pela Polícia Civil ao Bahia Notícias.

A identidade dos agressores não foi revelada. “Os autores se apresentaram na presença de seus advogados na 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra) e estão sendo interrogados”, informou a corporação por meio de sua assessoria de imprensa.

Na segunda-feira (23), um vídeo das câmeras de segurança instaladas em frente ao prédio da vítima confirmou o ataque. O torcedor rubro-negro agredido vestia uma camisa da Torcida Uniformizada Imbatíveis (TUI).

O advogado Otto Lopes, que representou os dois homens na 14ª Delegacia Territorial (DT/Barra) e também atua para a Torcida Organizada Bamor, falou com a imprensa e enfatizou que nenhum dos três envolvidos no incidente é membro de torcidas organizadas.

“A vítima estava usando a camisa dos Imbatíveis. Ele faz parte dos Imbatíveis? Ele mesmo responde que não. Eles não estavam com nenhuma torcida organizada. Os dois torcedores do Bahia alegam que, nos dois jogos anteriores, Bahia x Santos e Bahia x Inter, estavam no MC Donald’s da Graça quando foram agredidos por torcedores organizados. No terceiro jogo (contra o Fortaleza), viram o torcedor passando. Acharam que ele fazia parte do grupo que os havia agredido antes, seguiram-no e ocorreu a briga. Um dos agressores inclusive está com o olho roxo. Há um vídeo em que o próprio torcedor admite que os agrediu primeiro e eles apenas revidaram. Sempre enfatizamos: usar uma camisa de uma Torcida Organizada não significa fazer parte do grupo. Como todos sabem, eu também represento torcidas organizadas, e verifiquei o cadastro; nenhum dos três tem qualquer vínculo com torcidas organizadas”, explicou o advogado da dupla.

Um dos agressores estava usando a camisa do Bahia e, de acordo com o relato da vítima, ambos se identificaram como membros da Bamor, a maior torcida organizada do tricolor.